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Documentos - Neste e em outros documentos, publicados neste e em muitos outros sites, podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da vila e da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo pode ver-se o logotipo da vila e da junta de freguesia que os pseudoloriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que este tipo de gente prejudicou Loriga e a imagem dos loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais. Com a sua desonestidade, incluíndo desonestidade inteletual, a sua inveja e a sua incompetência, rejeitam tudo o que conscientemente sabem que é melhor para Loriga apenas porque são obras e iniciativas de Loriguenses que odeiam. Há muitos anos que este tipo de gente prejudica Loriga e é em grande parte responsável pela situação desastrosa a que chegou esta vila!

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Documentos - Neste e em outros documentos, publicados neste e em muitos outros sites, podem ver-se extratos da obra do historiador António Conde publicados no site oficial da vila e da Junta de Freguesia de Loriga. No canto superior esquerdo pode ver-se o logotipo da vila e da junta de freguesia que os pseudoloriguenses quiseram eliminar por terem vergonha do nome da sua terra, o mesmo principal motivo pelo qual também quiseram eliminar a Loriga no brasão da vila. Outro forte motivo é o facto de odiarem o historiador António Conde o autor desse brasão, portanto também colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, e este vergonhoso caso da heráldica não é o único em que este tipo de gente prejudicou Loriga e a imagem dos loriguenses em nome de ódios, invejas e outras motivações mesquinhas pessoais. Com a sua desonestidade, incluíndo desonestidade inteletual, a sua inveja e a sua incompetência, rejeitam tudo o que conscientemente sabem que é melhor para Loriga apenas porque são obras e iniciativas de Loriguenses que odeiam. Há muitos anos que este tipo de gente prejudica Loriga e é em grande parte responsável pela situação desastrosa a que chegou esta vila!

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Loriga

Loriga (pron.PT [lo'ɾigɐ]) é uma vila e freguesia portuguesa do município de Seia, distrito da Guarda, na província da Beira Alta, região do Centro e sub-região da Serra da Estrela. Tem 36,52 km² de área e 848 habitantes (censo de 2021), a sua densidade populacional é de 23,2 hab./km² e tem uma povoação anexa, o Fontão. Faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela. O gentílico é loriguense ou loricense. Loriga encontra-se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e 320 km de Lisboa. A vila é acessível pela EN231, e tem acesso direto ao ponto mais alto da Serra da Estrela pela EN338, estrada concluída em 2006, seguindo um traçado e um projeto pré-existentes décadas antes da conclusão, com um percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas 960 metros na Portela de Loriga (também conhecida por Portela do Arão) e 1650 metros, dois quilómetros acima da Lagoa Comprida, onde se liga com a EN339. Há décadas alguém chamou “Suíça Portuguesa” a Loriga, devido à sua extraordinária paisagem e localização geográfica. A área urbana mais baixa situa-se nos 770 metros de altitude, incluíndo a parte mais antiga do centro histórico da vila, e a área urbana mais alta ultrapassa consideravelmente essa cota. A vila está rodeada por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1.828 metros de altitude) e a Penha do Gato (1.771 metros), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de Loriga e a Ribeira de São Bento, que se unem depois da E.T.A.R. Além da Ribeira de São Bento, o Ribeiro do Cortiçor é outro importante afluente que também desagua na Ribeira de Loriga junto da vila. Ao longo do espetacular Vale Glaciar de Loriga, que se estende desde a Torre até á aldeia de Vide, a Ribeira de Loriga recebe as águas de outros afluentes acabando por se tornar um dos maiores afluentes do Rio Alva. Além da sua extraordinária beleza o Vale Glaciar de Loriga é considerado como sendo um ponto de grande interesse geológico, dominado pelo granito na área de maior altitude, sendo a Garganta de Loriga um grande ponto de referência, e passando depois para a área mais baixa que é dominada pelo xisto. A área do vale onde é feita a transição do granito para o xisto inclui a localização da colina entre ribeiras onde está localizado o centro histórico da vila, e esse facto ajuda a explicar as consequências desastrosas do terramoto de 1755.

Toponímia

A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua escadaria tem cerca de 100 degraus em granito, o que lhe dá características peculiares. Esta rua recorda muitas das características urbanas medievais do centro histórico da vila de Loriga e que se perderam ao longo dos séculos. O bairro de São Ginês e ou São Genês (em substituição do nome São Gens) é um bairro do centro histórico de Loriga cujas características o tornam num dos bairros mais conhecidos e típicos da vila. As melhores festas de São João eram feitas aqui. Curioso é o facto de este bairro do centro histórico da vila dever o nome a São Gens, um santo de origem céltica martirizado em Arles, na Gália, no tempo do imperador Diocleciano, e orago de uma ermida visigótica situada na área (a atual capela de Nossa Senhora do Carmo). Com o passar dos séculos, os loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês e ou São Genês, esta alcunha talvez tenha surgido por a palavra ser mais fácil de pronunciar, tendo também a ver com as singularidades linguísticas de Loriga e o local uso massivo de alcunhas. Aliás nunca existiu qualquer santo com o nome Ginês ou Genês e Loriga é conhecida pelas singularidades linguísticas e pelo uso massivo de alcunhas. Este núcleo da povoação, que já esteve separado do principal e mais antigo, situado mais abaixo, é anterior à chegada dos romanos. Dadas as suas caraterísticas é possível que outrora existisse ali um local de culto pagão que os visigodos escolheram para erigirem a ermida dedicada a São Gens, na época era uma ermida porque estava separada da povoação que existia mais abaixo. A atual aparência da capela e a data gravada na fachada induzem em erro os visitantes porque correspondem á última reconstrução efetuada, e além disso não existe ali qualquer lápide que informe sobre a antiguidade deste local de culto nem sobre o antigo orago da capela. Além dessa informação devia ser colocada na capela uma imagem de São Gens, o antigo orago e o santo que inexplicavelmente foi desprezado e esquecido pelos loriguenses.

História

Loriga foi fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de as terras mais baixas providenciarem alguma caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

Festas e Tradições

Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a Amenta das Almas, cantos noturnos masculinos, que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma), festas em honra de Santo António (durante o mês de Junho) e de São Sebastião (no último Domingo de Julho), com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nossa Senhora da Guia, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nossa Senhora da Ajuda, no Fontão de Loriga. A propósito sublinha-se o facto de que a padroeira de Loriga e dos loriguenses é Santa Maria Maior, e por isso é o orago da igreja matriz e da paróquia pelo menos desde o século XIII. Torna-se necessário este sublinhado porque alguns ignorantes começaram erradamente a dizer e a escrever por aí que a padroeira de Loriga é Nossa Senhora da Guia, uma das muitas mentiras que induzem outros em erro e que inclusive foi colocada com outras no artigo sobre Loriga na Wikipédia quando o artigo foi vandalizado (o artigo foi criado pelo historiador António Conde). A fé não é uma questão de modas, e os santos, as devoções e as invocações não são coisas descartáveis que por um qualquer capricho são trocados, desprezados e esquecidos. Há mais de oitocentos anos que a padroeira de Loriga e dos Loriguenses é Santa Maria Maior, e esse facto é uma questão de fé, é uma questão de devoção, é uma questão de verdade, é uma questão de história, e é uma questão de respeito pela identidade histórica de Loriga. Alguns estão apostados em fazer esquecer a invocação de Santa Maria Maior e esta antiga devoção, tal como outros no passado quiseram fazer desaparecer a muito antiga devoção a São Gens, ao ponto de arranjarem a alcunha de Ginês e de Genês ao santo, de mudarem o orago da sua capela e de nem sequer existir ali uma imagem deste santo nem qualquer informação sobre o antigo orago da capela. A mesma falta de respeito pela identidade de Loriga é uma das principais causas da vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas.

Normalmente todas as localidades têm uma padroeira ou um padroeiro, e esse santo ou santa é o orago da paróquia e da igreja matriz, isto é daquelas coisas básicas que toda a gente devia saber. No caso de Loriga a padroeira é Santa Maria Maior, orago da paróquia e da igreja matriz que já vem pelo menos desde o início da nacionalidade quando Loriga pertencia ao chamado Padroado Real, não é por acaso que, por exemplo, a Sé de Lisboa também é dedicada a Santa Maria Maior e que a igreja matriz de Loriga tenha sido mandada construir pelo rei D. Sancho II. Quando a veneração a Nossa Senhora da Guia chegou aqui a Loriga em finais do século XIX, trazida por emigrantes radicados no Brasil, Santa Maria Maior já era a padroeira de Loriga há mais de seiscentos anos, e Nossa Senhora da Guia foi sempre e só invocada como padroeira dos emigrantes de Loriga, no entanto alguns idiotas começaram a dizer e a espalhar por aí que a padroeira de Loriga é Nossa Senhora da Guia. Isto é grave porque os loriguenses ficam com a fama de desprezarem a história de Loriga e de trocar e de condenar ao esquecimento padroeiros, santos, devoções e invocações, com a agravante de já haver precedentes, como é o caso, por exemplo, da milenar devoção a São Gens, cuja capela foi dedicada a Nossa Senhora do Carmo, arranjaram a alcunha de Ginês e de Genês ao santo, e para completarem o anátema não existe no local nenhuma informação sobre o antigo orago da capela, e o local onde essa capela está situada é conhecido por Bairro de São Ginês e ou São Genês, nunca existiu um santo chamado Ginês ou Genês e esses nomes são invenção dos loriguenses. Poderia também falar-se de outros casos, como por exemplo do caso de São Bento, desse ficou apenas o nome da ribeira, mas pelo menos não lhe arranjaram uma alcunha como fizeram com o São Gens. Há quem, por pura ignorância ou, pior ainda, por teimosia e por animosidade contra quem sabe mais e diz as verdades, teimam em não respeitar a história nem a identidade histórica de Loriga, e é esse tipo de gente que é responsável por várias vergonhas que afetam a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses, como é o caso da vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas e que se mantém. De forma farisaica este tipo de gente despreza os fundamentos da fé e age como tal, mas exibe-se em eventos religiosos e até usam o pároco para que todos a vejam, fazendo de tudo para usar a religião para manipular e instrumentalizar os loriguenses para benefíficio dos seus interesses e motivações mesquinhas pessoais, e até a vergonhosa questão da heráldica foi usada para esse efeito, como exemplos veja-se o vergonhoso Brasão da Vila de Cruz (de 2002), rejeitado pelos loriguenses tal como o ainda mais vergonhoso Brasão da Vila de Carreto (de 2018, e se alguém tiver dúvidas façam um referendo), e o postal de natal de 2024. Aliás, os ignorantes que infelizmente nasceram nesta bela e histórica vila, são especialistas em maltratar a imagem desta vila e a imagem dos seus conterrâneos, e em colocar tudo em causa; Colocam em causa a padroeira de Loriga e dos Loriguenses e orago da paróquia e da Igreja Matriz, a antiguidade de Loriga (inclusive do seu estatuto de vila e da sua indústria têxtil), a sua história, o seu nome e a forma como se pronuncia, o seu património, o local da fundação da povoação, o seu gentílico, a sua heráldica, a data da fundação das instituições loriguenses, etc. Em vez de reconhecerem os erros e resolverem os problemas de forma competente, insistem numa fuga em frente e a única preocupação que têm é fazerem de tudo para calarem as incomodativas vozes da razão que os desmascaram. Esses ignorantes e esses irresponsáveis não gostam verdadeiramente de Loriga e por isso acham que são pormenores sem importância, se gostassem de Loriga agiriam de forma diferente. Qualquer dia alquém se lembra de introduzir aqui em Loriga uma nova devoção e uma nova capela, começam a fazer umas festas, e daqui a uns anos esse tipo de gente faz a “promoção” para novo padroeiro ou padroeira de Loriga, depois arranjam uma alcunha para a Santa Maria Maior e ou para a Nossa Senhora da Guia, como arranjaram para o São Gens. Com o desprezo que essa gente tem pela história de Loriga e pelos fundamentos da fé, é fácil fazerem a alteração e substituirem a padroeira e o orago da igreja matriz e da paróquia, só têm que falar com o cardeal patriarca, com o bispo da diocese e com o pároco. Apesar de não gostarem há mais de oitocentos anos que a padroeira de Loriga e dos Loriguenses é (e vai continuar a ser) Santa Maria Maior.

Colectividades

Está dotada de uma ampla gama de infraestruturas físicas e sócio-culturais, que abrangem todos os grupos etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1905, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços ultrapassam as fronteiras da freguesia e abrangem a área outrora pertencente ao Concelho de Loriga, a Casa de Repouso Nossa Senhora da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a Escola C+S/EB2+3 Dr. Reis Leitão. Em Março de 2007 iniciaram-se as obras do novo quartel dos Bombeiros Voluntários, obras entretanto concluídas com atraso devido a adiamentos provocados por problemas de subfinanciamento.

Acordos de geminação

Loriga celebrou acordo de geminação com a vila, atualmente a cidade de Sacavém, no concelho de Loures, em 1 de Junho de 1996

História resumida de Loriga

Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a beleza paisagística de Loriga é o seu principal atrativo de referência. Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca construída pelos loriguenses ao longo de muitas centenas de anos e que transformou um vale belo, mas rochoso, num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem do belíssimo Vale de Loriga, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Topónimo

O nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos Hermínios (atual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou os romanos a porem-lhe o nome de Lorica (antiga couraça guerreira). Deste nome derivou Loriga (derivação iniciada pelos Visigodos) e que tem o mesmo significado, no entanto o nome latino Lorica só caíu em desuso no século XIII e as Inquirições de D. Afonso III são os primeiros documentos conhecidos onde esta vila aparece referida como Loriga, nos documentos anteriores é sempre referida como Lorica. A história, a filologia e a etimologia dizem que Loriga é nome de couraça e que deriva do latim Lorica que tem exatamente o mesmo significado, um nome que por si é significativo da antiguidade e da história de Loriga, um nome bonito que orgulha os loriguenses e que é único em Portugal, factos que ajudam a justificar que a couraça seja a peça central do brasão da vila, tal como é do logotipo também escolhido pela Junta de Freguesia de Loriga.

Geologia

A formação geológica do Vale de Loriga, onde está situada a vila com o mesmo nome, está diretamente relacionada com a formação da própria Serra da Estrela e por isso uma coisa não se pode dissociar da outra. Para que se entenda melhor, é necessário saber como se formou a Serra da Estrela e nela o espaço que hoje abrange a freguesia de Loriga. A Serra da Estrela faz parte da forte identidade de Loriga, esta vila está situada perto do ponto mais alto da serra e a única estância de esqui existente em Portugal está localizada em Loriga, tudo isto ajuda a justificar que uma estrela de ouro seja uma das peças do brasão desta vila.

Origens da povoação

Loriga foi fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de as terras mais baixas providenciarem alguma caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância.

Antes da nacionalidade

Em termos de património histórico, destacam-se a ponte e a estrada romanas (século I a.C.), uma sepultura antropomórfica (século VI a.C.), a Igreja Matriz (século XIII, reconstruída), o Pelourinho (século XIII,reconstruído), o Bairro de São Ginês (São Gens) com origem anterior à chegada dos romanos e a Rua de Viriato, herói lusitano que a tradição local encontra origem nesta antiquíssima povoação. A Rua da Oliveira, pela sua peculiaridade, situada na área mais antiga do centro histórico da vila, recorda algumas das características urbanas da época medieval. A tradição local e diversos antigos documentos apontam Loriga como berço de Viriato, e no início do século XX existiu mesmo um movimento loricense para lhe erigir uma estátua na vila, e que infelizmente não chegou a concretizar-se. O documento mais conhecido, embora não seja o mais antigo, que fala da tradição de Loriga ser apontada como terra-natal de Viriato, é o livro manuscrito História da Lusitânia, escrito pelo Bispo Mor do Reino em 1580. O livro manuscrito História da Lusitânia, do Bispo Mor do Reino, 1580, está entre os diversos documentos que falam de Loriga como berço de Viriato, este é o mais curioso, havendo outros sendo que o mais antigo conhecido data de 1139. Chegou a haver um projeto de construção de um monumento a Viriato em Loriga, uma ideia que infelizmente não se concretizou, mas a antiga e documentada tradição que liga Loriga a Viriato é recordada no nome da principal rua da área mais antiga do centro histórico da vila, e mais recentemente no evento Loriga Vila Lusitana, inspirado na obra e nas ideias do historiador António Conde. A atual Rua de Viriato, na parte mais antiga do centro histórico da vila, no troço compreendido entre as antigas sedes do G.D.L. e da Casa do Povo, corresponde exatamente a parte da linha defensiva da antiga povoação lusitana. A estrada romana e uma das duas pontes, ainda existente sobre a Ribeira de Loriga, e com as quais os romanos ligaram Lorica, pertencente à então Lusitânia, ao restante império, merecem destaque. A outra ponte existia sobre a Ribeira de São Bento, ruiu no século XVI após uma grande cheia, e estava situada aproximadamente no mesmo local onde atualmente existe a ponte que ficou conhecida por Ponte do Arrocho, construída em finais do século XIX. O Bairro de São Ginês (alcunha dada pelos loriguenses a São Gens) é um ex-libris de Loriga e nele destaca-se a capela de Nossa Senhora do Carmo, uma antiga ermida visigótica precisamente dedicada àquele santo. São Gens é um santo de origem céltica, martirizado em Arles na Gália,no tempo do imperador Diocleciano. Com o passar dos séculos, os loriguenses mudaram o nome do santo para São Ginês, talvez por ser mais fácil de pronunciar. Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior, mais antigo e principal, situava-se na área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e paliçada. No local do actual Bairro de São Ginês (alcunha dada pelos loricenses a São Gens) existiam já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo, e que atualmente é dedicada a Nossa Senhora do Carmo.

Século XII à actualidade

Loriga teve a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Absolutistas contra os Liberais na guerra civil portuguesa, no século XIX e esse facto contribuíu para deixar de ser sede de concelho em 1855, após a aplicação do plano de ordenamento territorial levado a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos Distritos. Loriga é uma paróquia antiga, outrora pertencente à Diocese Egitanense na época visigótica, no início da nacionalidade pertencia á Vigariaria do Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada construir, em 1233, pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era o de Santa Maria Maior, e que se mantém, foi construída no local de outro antigo e pequeno templo visigótico, também dedicado a Nossa Senhora, do qual foi aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta lateral virada para o adro, foi nessa pedra que gravaram a data da construção (1233). De estilo românico, com três naves, com dimensões idênticas ás atuais, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais e outra alvenaria. Agora que a igreja matriz está liberta do reboco exterior que infelizmente durante muitos anos a cobriu, a alvenaria ajuda a revelar a antiguidade e as alterações feitas ao longo dos mais de oitocentos anos de história deste templo, incluíndo as alterações mais drásticas efetuadas após o terramoto de 1755. O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã, outra localidade serrana muito afetada, não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio. Loriga é uma vila industrial, ligada ao sector têxtil, desde a primeira metade do século XIX, sendo a evolução de uma atividade que já existia em moldes artesanais no século XIII. As primeiras fábricas começaram a funcionar em intalações já existentes e entretanto adaptadas e que foram evoluíndo até que foram construídas as primeiras fábricas de raíz. Loriga chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e Seia, a atual sede de concelho, só conseguiu suplantá-la já em meados do século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas. Nomes de empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luís Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, entre outras, fazem parte da história industrial desta vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, um dos mais destacados industriais loriguenses. As primeiras fábricas usavam a roda hidráulica como fonte de energia, que era transmitida através de longos veios, com tambores e correias. A roda hidráulica é pois o símbolo maior da indústria loriguense (que fez destacar ainda mais esta vila na região) e é também o símbolo da história e das origens dessa indústria, e por isso o brasão de Loriga tem duas rodas hidráulicas. A indústria dos lanifícios entrou em declínio durante as últimas décadas do século passado, fator que contribuiu para agravar e acelerar gravemente a progressiva desertificação da Vila, facto que afeta de maneira geral as regiões interiores de Portugal devido a um deficiente ordenamento do território. De sublinhar que a antiga indústria textil, surgida no início do século XIX em contexto da chamada revolução industrial, acabou por provocar o nascimento de outros tipos de indústria em Loriga. Com o turismo a ganhar cada vez mais relevância atualmente a economia loriguense basea-se nas indústrias metalúrgica e de panificação, no comércio, restauração, a agricultura e pastorícia, estes dois últimos com uma importância reduzida. O turismo jamais será suficiente para sustentar uma população com níveis aceitáveis para uma povoação que tem a categoria de vila, como é o caso de Loriga. Quem tem seis ou mais décadas de idade e gosta de Loriga sente uma grande dor ao ver o estado a que esta vila chegou, uma vila que já teve uma população que se contava aos milhares. A área onde existem as freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta povoações anexas, que até Outubro de 1855 faziam parte do Município Loriguense, constituíram as freguesias fundadoras da Associação de Freguesias da Serra da Estrela, com sede na vila de Loriga. Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades turísticas e as únicas pistas e estância de esqui existentes em Portugal estão localizadas na área da freguesia de Loriga.

Brasão oficial de Loriga

O brasão de Loriga é constituído por um escudo de azul, uma Loriga que tem de cada lado uma roda hidráulica, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa (incluíndo as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP) e conhecem pelo menos minimamente a história de Loriga, concordam que a Loriga (Lorica, couraça, armadura), a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para o brasão desta vila, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão de Loriga, nem cruzes nem carretos/carretes (rodas dentadas) fazem parte da heráldica desta vila. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia, a aprovação do logotipo pela Junta de Freguesia de Loriga é a confirmação de que a autarquia considera a Loriga como peça principal do brasão da vila.

Vila de LORIGA

É preciso sublinhar o facto de que nenhuma povoação portuguesa foi despromovida da sua categoria, seja ela de vila ou de cidade. As antigas vilas, a maioria erradamente tratadas por aldeias e apenas algumas tratadas por aldeias históricas, deixaram de ser sedes de concelho após a reforma efetuada no século XIX, mas nunca foram despromovidas de vilas para aldeias apesar de a categoria de vila estar associada a sede de município. E é também por nunca ter havido essa despromoção que as antigas vilas, hoje erradamente tratadas por aldeias, têm o direito de terem um brasão com uma coroa mural de quatro torres, tal como qualquer vila, seja ela histórica ou moderna. Os forais elevavam as aldeias à categoria de vila, e quando existiam vários forais (é o caso de Loriga) cada novo foral concedido significava a confirmação dessa categoria de vila. Portanto, no caso das vilas históricas é errado chamar "elevação a vila" porque essa erradamente chamada "elevação" não passa de uma confirmação da categoria de vila que têm desde a primeira concessão de foral. Se essa vila histórica tiver mais do que um foral então essa "elevação a vila" não passa de apenas mais uma confirmação da categoria de vila. A elevação a vila só existe de facto se a localidade nunca recebeu qualquer foral, portanto nunca foi elevada a vila, ou seja trata-se de uma vila moderna. Também existem cidades históricas e cidades modernas e aqui aplica-se a mesma lógica, no caso das cidades históricas o estatuto de cidade existe desde que foram elevadas a essa categoria no passado. Existem cidades e vilas que não são sedes de concelho, a categoria da povoação não implica que esta tenha o estatuto de município. Ainda que entretanto desapareçam as condições que levaram à elevação a vila ou a cidade, a promoção e a categoria permanecem, a menos que saia uma lei a decretar a despromoção, algo que nunca aconteceu. Loriga é uma vila histórica, portanto é um dos casos em que não houve elevação a vila, o que de facto aconteceu em 1989 foi a confirmação da categoria de vila, a anterior confirmação aconteceu em 1514 com o foral novo de D. Manuel I. É a confirmação da categoria de vila que os Loriguenses festejam e devem festejar, tal como já a festejaram no passado, antes de 1989.

Créditos

História de Loriga, com extratos da obra do historiador António Conde "História concisa da vila de Loriga - Das origens à extinção do município", publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e no ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, na Wikipédia, artigo criado pelo historiador António Conde, e em muitos outros sites e em muitas outras publicações. Este grande Loriguense pesquisa a história de Loriga há décadas, á custa de muito sacrifício e de muitas despesas pessoais, criando uma riquissima obra, da qual se podem ler extratos em muitos sites e em muitas outras publicações, incluíndo o site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e no ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, assim como também nos artigos sobre Loriga em inglês e em português existentes na Wikipédia e que foram criados por ele. António Conde age, faz, critica o que está mal apresentando sempre soluções, ama apaixonadamente a sua terra e é alérgico á hipocrisia e ás feiras de vaidades. O eficiente, apesar de discreto, mas fortemente documentado trabalho de pesquisa e divulgação que o historiador António Conde tem feito há décadas, tem dado os seus frutos, e grande parte da informação sobre Loriga divulgada por aí deve-se á iniciativa deste grande Loriguense. Este grande Loriguense criou uma riquissima e extensa obra á qual chamou, História concisa da vila de Loriga - Das origens á extinção do município. António Conde age, faz, critica o que está mal apresentando sempre soluções, defende apaixonadamente a sua terra, contribuíu ativamente para o desenvolvimento da sua querida terra-natal, a sua intensa luta por Loriga está fortemente documentada e já foi publicamente elogiada, incluíndo no jornal Garganta de Loriga do qual foi colaborador durante anos. Loriga deve muito a António Conde, um Loriguense de grande cultura, com muitas e diversificadas capacidades, com um QI superior à média, fazendo portanto parte de uma priviligiada minoria. Para além da sua restante obra por Loriga António Conde também desenhou a heráldica de Loriga com aprovação garantida pelas autoridades legalmente competentes, ou seja a Comissão de Heráldica da AAP, sendo considerada a melhor heráldica para esta vila ele desenhou dezenas de outras propostas alternativas, contendo todas a simbologia considerada ideal para Loriga. É um Loriguense de causas, sempre atento ao que se passa na sua querida terra-natal, sempre lutando coerentemente pelo desenvolvimento e pela divulgação de Loriga, não se coibindo de denunciar quem prejudica esta bela e histórica vila, autoridade é aliás e portanto coisa que não lhe falta, começando pela autoridade moral.

LORIGA@SITE2002

Homenagem ao historiador António Conde

* História de Loriga por António Conde no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga

* História de Loriga por António Conde no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga

* História de Loriga por António Conde no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga

Homenagem ao historiador António Conde

A bela e histórica vila de Loriga no site Terras de Portugal - Memória Portuguesa - Wikidot

The beautiful and historic town of Loriga at Terras de Portugal - Memória Portuguesa - Wikidot

História de Loriga por António Conde no site Terras de Portugal - Memória Portuguesa - Wikidot

História de Loriga por António Conde no site Terras de Portugal - Memória Portuguesa - Wikidot

História de Loriga por António Conde no site Terras de Portugal - Memória Portuguesa - Wikidot

História de Loriga por António Conde no site Terras de Portugal - Memória Portuguesa - Wikidot

Homenagem ao historiador António Conde

História de Loriga por António Conde no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipedia

História de Loriga por António Conde no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipedia

História de Loriga por António Conde no artigo sobre Loriga que ele criou na Wikipedia

Brasão de Loriga - Loriga`s Coat of Arms

Logotipo da vila de Loriga

Commonwealth War Graves - Loriga - Portugal

A bela e histórica vila de Loriga no Wordpress

A bela e histórica vila de Loriga no Google

A bela e histórica vila de Loriga no Wordpress

A bela e histórica vila de Loriga no Webnode

Commonwealth War Graves - Loriga - Portugal

A bela e histórica vila de Loriga no site da Casa da Ponte do Arrocho

A freguesia de Loriga no Google

Commonwealth War Graves - Loriga - Portugal

A vila de Loriga no Google

A bela e histórica vila de Loriga no Webnode

A bela e histórica vila de Loriga no Facebook

A bela e histórica vila de Loriga no Twitter/X

A bela e histórica vila de Loriga no site das Aldeias de Montanha

A bela e história vila de Loriga no site NCultura

A bela e histórica vila de Loriga no site da Casa da Ponte do Arrocho

A bela e histórica vila de Loriga no site das Aldeias de Montanha

A bela e histórica vila de Loriga no site Ares e Mares

A bela e histórica vila de Loriga no site Lanifícios Doc

A bela e histórica vila de Loriga no site Por Olivença

A bela e histórica vila de Loriga no site Arqueofuturista

A bela e histórica vila de Loriga no site Povo Lusitano

Homenagem a João Viegas (João Rhânia, autor do primeiro foral de Loriga)

Homenagem aos industriais de lanifícios da vila de Loriga

Homenagem ao grande heroi nacional lusitano e português Viriato

Homenagem ao economista e politico Joaquim Pina Moura

Homenagem ao heroi da restauração Domingos Mendes Castelo Branco

Homenagem a algumas figuras da moderna História de Loriga

Último foral dado à vila e concelho de Loriga - Foral novo dado por D.Manuel I em 1514

Vias romanas em Portugal - Alguma informação

Geografia Romana de Portugal

Vias romanas em Portugal - Alguma informação

A bela e histórica Freguesia de Cabeça

A bela aldeia de xisto de Fontão de Loriga

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Bandeiras de Loriga e dos Bombeiros Voluntários de Loriga.

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Postal de Natal de Loriga.

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Cartaz das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril em Loriga.

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Bandeira e brasão da vila de Carreto.

Eis um vídeo sobre o vergonhoso BRASÃO DA VILA DE CARRETO (de 2018), que nada tem a ver com Loriga e que também por isso é odiado pela esmagadora maioria dos Loriguenses, e se alguém tiver dúvidas façam um referendo! Foi assim que surgiu este video onde também aparece o igualmente caricato BRASÃO DA VILA DE CRUZ (de 2002), ambos os brasões, obviamente destinados ao lixo, só são apreciados pelos responsáveis por toda esta vergonha que dura há décadas!


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História do Brasão de Loriga no blog Tiago da Cruz (na imagem), clique aqui para ver.

Neste e em muitos outros sites estão os logotipos da vila de Loriga, ambos apontando para as origens do nome histórico da vila (Lorica, couraça, armadura) e consequentemente para a história de Loriga. Um deles, o logotipo mais antigo, foi desenhado pelo historiador António Conde, e o outro logotipo foi desenhado a pedido da Junta de Freguesia de Loriga então liderada pelo Partido Socialista, ambos os logotipos apontam corretamente para as origens do belo e histórico nome da vila de Loriga. A história, a etimologia e a filologia apontam para as origens do nome que deriva do latim Lorica, que tem exatamente o mesmo significado. Todos quantos percebem de heráldica autárquica portuguesa, incluíndo as autoridades competentes da Comissão de Heráldica da AAP, e conhecem pelo menos minimamente a história desta bela e histórica vila, concordam que a Loriga, a Estrela e a Roda Hidráulica são a melhor simbologia para Loriga, independentemente das cores das peças e da arrumação que elas tenham no brasão da vila. Como o gentílico é Loriguense ou Loricense e deriva de Loriga ou Lorica, os que nasceram aqui nesta vila e têm vergonha do nome da sua terra obviamente são pseudoloriguenses ou pseudoloricenses. Aliás acham que é um insulto serem tratados por loricenses, é como se alguém os chamasse filhos da puta ou algo pior, e como o gentílico loriguense é igual ao gentílico loricense, é fácil de ver até que ponto chega a ignorância e a estupidez desta gente que só prejudica a imagem dos seus conterrâneos e a imagem da sua terra. Eles desprezam a história e o nome da sua terra, que renegam e que os envergonha, e por isso não gostam de ver a Loriga no brasão da vila nem gostam do logotipo de Loriga, por isso em 2002 quiseram tirar a Loriga do brasão da vila e substituí-la por uma cruz, e em 2018, quiseram tirar a Loriga do brasão e substituí-la por um carreto (roda dentada), e também quiseram fazer desaparecer o logotipo de Loriga e da respetiva junta de freguesia. Eles acham que o nome e as origens do nome são vergonhas que não devem ser recordadas no brasão nem no logotipo da sua terra, e além disso chegam ao ponto de afirmar que é mentira que Loriga seja nome de couraça, e é hilariante que entre os que demonstram toda a ignorância aqui descrita esteja quem literalmente andou a passear os livros no ensino superior, um a quem os Loriguenses puseram a merecida e apropriada alcunha de Doutor de Albarda por ter sido um dos principais responsáveis pelo vergonhoso Brasão da vila de Carreto, de 2018. Acham que é insultuoso haver uma couraça ou armadura (Loriga) no brasão, mas o que é verdadeiramente insultuoso e hilariante é acharem que um carreto é o símbolo maior de uma vila tão bela e com uma tão grande identidade e riqueza históricas. E como se tudo isso não bastasse também quiseram tirar a estrela do brasão, estrela que é o nome e o símbolo da serra onde Loriga está situada e que faz parte da sua identidade, esta vila está situada no coração da Serra da Estrela, perto da Torre, e a Estância de Esqui está dentro da freguesia de Loriga, é provável que os pseudoloriguenses também tenham vergonha da localização da sua terra, sendo certo que têm vergonha do nome. São factos mais do que comprovados, as suas ações há longas décadas, inclusive a inútil imposição da ilegal aberração heráldica e os dois vergonhosos brasões da Vila de Cruz (2002) e da Vila de Carreto (2018) que idealizaram, comprovam-nos e portanto, depois de desmascarados, de nada vale aos mentirosos pseudoloriguenses tentarem fingir e disfarçar a realidade, aliás disfarçam muito mal e só conseguem enganar os burros. Os símbolos heráldicos só são realmente representativos se a população se identificar com esses símbolos, caso contrário não serão respeitados e serão vergonhosos, portanto os brasões de Vale da Cruz (de 2002) e de Vale do Carreto (de 2018) foram condenados ao lixo. E façam um referendo se alguém tiver dúvidas de que os Loriguenses rejeitam os vergonhosos brasões de 2002 e de 2018, obviamente que os mentirosos pseudoloriguenses responsáveis pela vergonhosa questão da heráldica jamais concordariam com a ideia porque sabem que seriam derrotados e desmascarados. Aliás o logotipo aprovado pela anterior equipa da junta de freguesia liderada pelo Partido Socialista é amplamente aceite pela população, aponta corretamente para as origens do nome da vila e para a correta e lógica simbologia heráldica, é o reconhecimento por parte da autraquia sobre qual deve ser a peça principal do brasão da vila e não é por acaso que esse logotipo deixou de ser usado por essa gente. Os Loriguenses não aceitam que um carreto seja apontado como sendo o grande símbolo de Loriga, destacado num caricato e vergonhoso brasão que até é motivo e alvo de chacota, sendo já conhecido como o Brasão da Vila de Carreto ou simplesmente Brasão do Carreto, entre outros nomes ainda menos abonatórios. Todos os que nasceram aqui em Loriga ficam mal vistos e não apenas os pseudoloriguenses que pertencem ao pequeno, restrito e conhecido grupo responsável por esta vergonhosa questão da heráldica que dura há décadas.

História do Brasão de Loriga

História do Brasão de Loriga

História do Brasão de Loriga

História do Brasão de Loriga

História do Brasão de Loriga

História do Brasão de Loriga

History of the Coat of Arms of Loriga

História do Brasão de Loriga. PDF

História do Brasão de Loriga. PDF

História do Brasão de Loriga. PDF

História do Brasão de Loriga. PDF

História do Brasão de Loriga. PDF

História do Brasão de Loriga. PDF

História do Brasão de Loriga. PDF

História do Brasão de Loriga. PDF

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Flag and coat of arms of the town of Carreto ( Cogwheel ).

Here is a video about the shameful COAT OF ARMS OF THE TOWN OF CARRETO ( COGWHEEL ), from 2018, which has nothing to do with Loriga and which is also hated by the overwhelming majority of Loriguenses, and if anyone has doubts make a referendum! This is how this video came about, where the equally caricatured COAT OF ARMS OF THE TOWN OF CRUZ ( CROSS ), from 2002, also appears, both coats of arms, obviously destined for the trash, are only appreciated by those responsible for all this shame that has lasted for decades!

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Loriga

Loriga (Portuguese pronunciation: [loˈɾiɡɐ]) is a civil parish (Portuguese: freguesia) and town in south-central part of the municipality of Seia, in central Portugal. Part of the district of Guarda, it is 20 km away from the city of Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away from Guarda and 320 km from Lisbon, nestled in the Serra da Estrela mountain range. The area is 36.52 km², including the two localities, the town of Loriga and the village of Fontão.

History

Loriga was founded along a column between ravines where today the historic centre exists. The site was ostensibly selected more than 2600 years ago, owing to its defensibility, the abundance of potable water and pasturelands, and lowlands that provided conditions to practice both hunting and gathering/agriculture.
When the Romans arrived in the region, the settlement was concentrated into two areas. The larger, older and principal agglomeration was situated in the area of the main church and Rua de Viriato, fortified with a wall and palisade. The second group, in the Bairro de São Ginês, were some small homes constructed on the rocky promintory, which were later appropriated by the Visigoths in order to construct a chapel. The Roman road and two bridges (the second was destroyed in the 16th century after flooding in the Ribeira de São Bento) connected the outpost of Lorica to the rest of their Lusitanian province. The São Ginês' neighbouhood (São Gens), a local ex-libris, is the location of the chapel of Nossa Senhora do Carmo, an ancient Visigothic chapel.

Middle Ages

Loriga was the municipal seat since the 12th century, receiving Forals in 1136 (João Rhânia, master of the Terras de Loriga for over two decades, during the reign of Afonso Henriques), 1249 (during the reign of Afonso III), 1474 (under King Afonso V) and finally in 1514 (by King Manuel I).
Loriga was an ecclesiastical parish of the vicarage of the Royal Padroado and its Matriz Church was ordered to construct in 1233, by King Sancho II. This church, was to the invocation of Santa Maria Maior, and constructed over the ancient small Visigothic chapel (there is a lateral block with Visigoth inscriptions visible). Constructed in the Romanesque-style it consists of a three-nave building, with hints of the Old Cathedral of Coimbra. This structure was destroyed during the 1755 earthquake, and only portions of the lateral walls were preserved.

Monarchy

The 1755 earthquake resulted in significant damage to the town of Loriga, destroying homes and the parochial residence, in addition to opening-up cracks and faults in the town's larger buildings, such as the historic municipal council hall (constructed in the 13th century). An emissary of the Marquess of Pombal visited Loriga to evaluate the damage (something that did not happen in other nearby biggest parishes, like Covilhã) and provide support.
The residents of Loriga supported the Asolutionist forces of the Infante Miguel of Portugal against the Liberals, during the Portuguese Liberal Wars. It ceased to be the seat of a municipality in 1855 after the application of a territorial planning carried out during the XIX century, interestingly the same plan that gave rise to the Districts.
At the time of its municipal demise (October 1855), the municipality of Loriga included the parishes of Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim and Vide, as well as thirty other disincorporated villages.
Loriga was an industrial centre for textile manufacturing during the 19th century. It was one of the few industrialized centres of the region, even supplanting Seia until the middle of the 20th century. Only Covilhã out-performed Loriga in terms of businesses operating from its lands; companies such as Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luís Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral and Lorimalhas, among others. The main roadway in Loriga, Avenida Augusto Luís Mendes, is named for one of the villages most illustrious industrialists. The wool industry started to decline during the last two decades of the 20th century, a factor that aggravated and accelerated the decline of the region.

Geography

Known locally as the "Portuguese Switzerland" due to its landscape that includes a principal settlement nestled in the mountains of the Serra da Estrela Natural Park. It is located in the south-central part of the municipality of Seia, along the southeast part of the Serra, between several ravines, but specifically the Ribeira de São Bento and Ribeira de Loriga; it is 20 kilometres from Seia, 80 kilometres from Guarda and 300 kilometres from the national capital (Lisbon). A main town is accessible by the national roadway E.N. 231, that connects directly to the region of the Serra da Estrela by way of E.N.338 (which was completed in 2006), or through the E.N.339, a 9.2 kilometre access that transits some of the main elevations (960 metres near Portela do Arão or Portela de Loriga, and 1650 metres around the Lagoa Comprida).

Economy

The region is carved by U-shaped glacial valleys, modelled by the movement of ancient glaciers. The main valley, Vale de Loriga was carved by longitudinal abrasion that also created rounded pockets, where the glacial resistance was minor. Starting at an altitude of 1991 metres along the Serra da Estrela the valley descends abruptly until 290 metres above sea level (around Vide), passing villages such as Cabeça, Casal do Rei and Muro. The central town, Loriga, is seven kilometres from Torre (the highest point), but the parish is sculpted by cliffs, alluvial plains and glacial lakes deposited during millennia of glacial erosion, and surrounded by rare ancient forest that surrounded the lateral flanks of these glaciers.
Textiles are the principal local export; Loriga was a hub the textile and wool industries during the beginning-19th century, in addition to being subsistence agriculture responsible for the cultivation of corn. The Loriguense economy is based on metallurgical industries, bread-making, commercial shops, restaurants and agricultural support services.
While that textile industry has since dissipated, the town began to attract a tourist trade due to its proximity to the Serra da Estrela and Vodafone Ski Resort (the only ski center in Portugal), which was constructed totally the parish limits.

History of Loriga - Excerpts from the work of the historian António Conde, "Concise History of the town of Loriga - From the Origins to the extinction of the municipality", and Loriga on Wikipedia - Article created by the historian António Conde].

LORIGA@SITE2002

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LORIGA - INSTITUIÇÕES E ASSOCIAÇÕES DE LORIGA

INSTITUIÇÕES E ASSOCIAÇÕES LORIGUENSES

Algumas das instituições e associações mais emblemáticas de Loriga

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Emblema e bandeira dos Bombeiros Voluntários de Loriga

Bombeiros Voluntários de Loriga

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loriga,é uma das mais prestigiadas e importantes associações loricenses. Fundada em 16 de Abril de 1982, a sua criação veio satisfazer uma necessidade há muito sentida nesta vila industrial, assim como numa região como é a de Loriga.

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Banda de Loriga

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense

Esta prestigiada associação loricense, é uma das que mais tem contribuído para, através de música da mais alta qualidade, interpretada pela sua Banda Filarmónica, levar o nome de Loriga e a rica cultura loricense a todo o país e ao estrangeiro. Fundada em 1 de Julho de 1905, esta associação tem a sua sede num solar do século XIX, o Solar dos Mendes.

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Escola C+S e sede do Agrupamento de Escolas de Loriga

Escola C+S de Loriga

As origens da Escola C+S de Loriga remontam a 1968 com a criação da então chamada Escola Preparatória. A sua sede funcionou no Solar dos Mendes, local onde estavam também a maioria das salas de aulas,e as instalações eram complementadas pelo antigo edifício da Escola Primária, onde hoje é a sede da autarquia. As instalações foram sempre precárias e insuficientes.Entretanto a escola foi reclassificada, tendo sido montados pavilhões pré-fabricados para albergar os alunos que consequentemente aumentaram de número, mas as instalações continuavam insuficientes e cada vêz mais degradadas. O desejo de instalações próprias e condignas, existente desde 1968,fazia-se sentir com mais intensidade. Em Novembro de 1996, foi finalmente inaugurado um edifício novo e emblemático da nova Escola Reis Leitão, instalações cujo único defeito é não possuírem pavilhão gimnodesportivo.

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A Casa de Repouso Nossa Senhora da Guia é a principal obra do Centro Paroquial

Centro de Assistência Paroquial de Loriga

O Centro de Assistência Paroquial de Loriga,fundado em 25 de Julho de 1952,presta relevantes serviços no apoio social,à infância e à terceira idade. Pertencem a esta instituição, a creche, o infantário, e o lar de idosos da Casa de Repouso de Nossa Senhora da Guia.

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A sede da ALATI está situada na àrea mais antiga do centro histórico da vila

Associação Loriguense de Apoio à Terceira Idade

A Associação Loriguense de Apoio à Terceira Idade foi fundada em 12 de Julho de 1990, e tal como o nome indica, destina-se essencialmente ao apoio aos idosos,principalmente aos mais desfavorecidos. Possui um centro de dia no centro histórico da vila, e presta apoio domiciliário.

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A antiga sede do GDL estava na Rua de Viriato, na parte mais antiga do centro histórico da vila, atualmente está na antiga sede dos bombeiros.

Grupo Desportivo Loriguense

O Grupo Desportivo Loriguense foi fundado em 8 de Abril de 1934,transformando-se rápidamente numa importante e carismática associação desportiva, mas também cultural.

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Associação dos Naturais e Amigos de Loriga

Esta prestigiada associação foi fundada em 1987 por loriguenses dos tais que, por conta própria ou dentro de qualquer instituição ou associação loriguense, trabalham incansavelmente para promover a sua terra-natal e contribuir para a resolução dos poblemas que a afectam. Loriga deve muito a estes loriguenses que, embora não residam na vila, têm lá os seus corações e as suas almas, aqueles que desenvolvem permanentemente um imenso trabalho pessoal ou colectivo (conforme a opção) pela terra que os viu nascer. A A.N.A.L.O.R publica um jornal, o Garganta de Loriga, que é um importante meio de comunicação entre os loriguenses espalhados pelo país e pelo mundo. Através dos artigos de António Conde, um conhecido historiador e benfeitor de Loriga, publicados nesse jornal, os loriguenses acordaram para o conhecimento da sua história mais remota. Aliás, Loriga e a sua história têm sido divulgadas pelo Sr. António Conde através dos mais diversos meios de comunicação portugueses e estrangeiros e nos mais diversos sites, desde a Wikipédia ( onde ele criou o artigo sobre Loriga em português e em inglês ) até sites de grande nível cultural. Há décadas que o historiador António Conde faz uma pesquisa minuciosa sobre a história antiga da vila de Loriga, percorrendo arquivos e recolhendo dados e documentos preciosos que compilou numa obra a que chamou, História Concisa da vila de Loriga - Das origens à extinção do município. No entanto a sua pesquisa tem continuado, acumulando mais dados e documentos sobre a história da vila de Loriga, e tudo foi feito com prejuízo da sua vida pessoal, familiar e financeira, que foram aliás muito prejudicadas, mas tudo foi feito pelo grande amor que este grande Loriguense tem à terra que o viu nascer. A divulgação de Loriga e da sua história tem estado sempre na agenda do senhor António Conde. O senhor António Conde desenvolveu e tem desenvolvido um enorme e meritório trabalho no sentido do desenvolvimento e divulgação da sua terra, incluíndo a concretização das grandes obras realizadas em Loriga. Esse trabalho está fortemente documentado, sendo que uma pequena parte dessa extensa documentação (cópias) foi enviada á ANALOR, tendo sido alvo de grandes elogios públicos no jornal Garganta de Loriga, numa época em que o senhor António Conde era colaborador do referido jornal.

O senhor António Conde desenvolveu e tem desenvolvido um enorme e meritório trabalho no sentido do desenvolvimento e divulgação da sua terra, incluíndo a concretização das grandes obras realizadas em Loriga. Foi o senhor António Conde que tornou conhecido e famoso o "barracão de madeira sede dos BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE LORIGA", e que chegou a ser alvo de anedotas pelos Parodiantes de Lisboa. A estratégia do senhor Conde era ridicularizar a inação das entidades competentes, começando pela Câmara Municipal de Seia, e resultou com a transferência da sede para o edificio destinado ao mercado da vila. Mas a luta do senhor António Conde continuou e só terminou quando foi concretizado o seu objetivo, a construção de um quartel. Além do quartel dos Bombeiros de Loriga, o senhor António Conde envolveu-se também decisivamente nos casos da Estrada de São Bento ( EN 338 ), da nova Escola C+S ( EB3 Reis Leitão ), da reparação da EN 231, na regulação e legalização da heráldica da vila, etc.etc. Esse trabalho está fortemente documentado, sendo que uma pequena parte dessa extensa documentação ( cópias ) foi enviada á ANALOR, tendo sido alvo de grandes elogios públicos no jornal Garganta de Loriga, numa época em que o senhor António Conde era colaborador do referido jornal. A divulgação de Loriga e da sua história, que ele pesquisou como ninguém, tem estado sempre na agenda do senhor António Conde.

[ Nota à parte: Se o senhor Conde fosse um loriguense insignificante e ou sem carácter, faria o mesmo que outros que nada de relevante fazem ou fizeram, além de se auto-promoverem por aí à custa de Loriga, e que estão num patamar muito inferior ao dele: Preocupava-se apenas com os seus interesses pessoais e com a sua imagem, não se chateava com nada, adoptava a atitude de lambe-botas, de camaleão, de catavento, de não agitação das àguas, no fundo marimbava-se para os problemas da sua terra. Se ele fosse assim, hipócrita e sem caráter, estaria numa posição mais confortável, não teria sido vítima de insultos, de calúnias e até de ameaças, inclusive à integridade física, e seria uma estrela nas feiras de vaidades de Loriga e dos loriguenses. No final do texto sobre a história de Loriga publicado no site da autarquia loriguense estaria escrito “por António Conde” em vez de “por Memória Portuguesa” ! Claro que Loriga não teria conseguido coisas relevantes, não seria tão conhecida, e a vila e os loriguenses seriam um alvo ainda maior de chacota por causa da anedótica heráldica escolhida pelo Zeca Maria e acólitos ( CLIQUE AQUI PARA VER ESSA VERGONHA!! ), mas o Sr. António Conde teria tido a vantagem de não se ter chateado, que é aliás a atitude da esmagadora maioria dos seus conterrâneos. Mas ele é muito superior a isso e seria incapaz de ficar quieto, em suma é um grande Loriguense a quem a sua terra muito deve !!! ]

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Brasão oficial de Loriga - Escudo de azul, Loriga (Lorica, couraça, armadura) de vermelho ornada de prata tendo de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga ( nem toda é apresentada nestes videos https://youtu.be/NgoBOM-yP40 https://youtu.be/2XppOZk4iKI https://youtu.be/TVj0DrMj1jE https://youtu.be/bvUBdjPQHwA https://youtu.be/n40HQ21GhAY https://youtu.be/W8tZAU9rinI http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ ) foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia.

Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (Lorica, armor), two hydraulic wheels, a gold star, and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin. Silver mural crown with four towers and silver listel. The flag is quartered in blue and white. All this Loriga‘s heraldry ( not all of it is shown in this videos https://youtu.be/NgoBOM-yP40 https://youtu.be/2XppOZk4iKI https://youtu.be/TVj0DrMj1jE https://youtu.be/bvUBdjPQHwA https://youtu.be/W8tZAU9rinI https://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by the historian António Conde and has the same symbology.

Algumas das muitas alternativas possíveis - Some of the many possible alternatives

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Brasão alternativo de Loriga - Escudo de azul, Loriga (Lorica, couraça, armadura) de ouro tendo de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga ( nem toda é apresentada nestes https://youtu.be/NgoBOM-yP40 https://youtu.be/W8tZAU9rinI https://youtu.be/2XppOZk4iKI https://youtu.be/TVj0DrMj1jE https://youtu.be/bvUBdjPQHwA https://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ ) foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia.

Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (Lorica, armor), two hydraulic wheels, a gold star, and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin. Silver mural crown with four towers and silver listel. The flag is quartered in blue and white. All this Loriga‘s heraldry ( not all of it is shown in this videos https://youtu.be/NgoBOM-yP40 https://youtu.be/2XppOZk4iKI https://youtu.be/W8tZAU9rinI https://youtu.be/TVj0DrMj1jE https://youtu.be/bvUBdjPQHwA https://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by the historian António Conde and has the same symbology.

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Brasão alternativo de Loriga - Escudo de azul, Loriga Lorica, cpuraça, armadura) de ouro tendo de cada lado uma roda hidráulica de prata, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga ( nem toda é apresentada nestes videos https://youtu.be/NgoBOM-yP40 https://youtu.be/2XppOZk4iKI https://youtu.be/W8tZAU9rinI https://youtu.be/TVj0DrMj1jE https://youtu.be/bvUBdjPQHwA https://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ ) foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia.Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (Lorica, armor), two hydraulic wheels, a gold star, and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin. Silver mural crown with four towers and silver listel. The flag is quartered in blue and white. All this Loriga‘s heraldry ( not all of it is shown in this videos https://youtu.be/NgoBOM-yP40 https://youtu.be/2XppOZk4iKI https://youtu.be/W8tZAU9rinI https://youtu.be/TVj0DrMj1jE https://youtu.be/bvUBdjPQHwA https://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by the historian António Conde and has the same symbology.
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Brasão alternativo de Loriga - Escudo de azul, Loriga (Lorica, couraça, armadura) de ouro tendo de cada lado uma roda hidráulica de ouro, ao centro e em chefe uma estrela de ouro; em campanha, monte de dois cômoros de prata, movente dos flancos e da ponta, carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel de prata com a legenda a negro “ LORIGA “. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga ( nem toda é apresentada nestes videos https://youtu.be/NgoBOM-yP40 https://youtu.be/2XppOZk4iKI https://youtu.be/W8tZAU9rinI https://youtu.be/TVj0DrMj1jE https://youtu.be/bvUBdjPQHwA https://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ ) foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado pelo historiador António Conde e tem a mesma simbologia.

Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (Lorica, armor), two hydraulic wheels, a gold star, and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin. Silver mural crown with four towers and silver listel. The flag is quartered in blue and white. All this Loriga‘s heraldry ( not all of it is shown in this videos https://youtu.be/NgoBOM-yP40 https://youtu.be/2XppOZk4iKI https://youtu.be/W8tZAU9rinI https://youtu.be/TVj0DrMj1jE https://youtu.be/bvUBdjPQHwA https://youtu.be/n40HQ21GhAY http://youtu.be/gwEtbiv0GBQ http://youtu.be/0nZHL0igg44 http://youtu.be/kQFRKa1Mb70 http://youtu.be/s59z9LjxOCQ ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by the historian António Conde and has the same symbology.
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* Duas fotos icónicas do centro histórico da vila no inverno, fotos tiradas pelo historiador António Conde em finais da década de setenta do século XX e publicadas desde então. Estas fotos estão entre as muitas centenas publicadas por este grande Loriguense na internet e não só, incluíndo outras que estão publicadas neste site, fotos nas quais ele não colocou qualquer marca nem carimbo que o identifique como autor. Em muitas das fotos alguns colaram o brasão de Loriga, o que até é positivo, mas grave é que outros puseram abusivamente o seu carimbo e ou usaram outras formas de usurpar os créditos devidos a António Conde. Aliás, as fotos não são o único caso em que o trabalho de António Conde foi alvo dos ladrões de créditos, os quais se aproveitaram da opção de anonimato deste grande Loriguense. Ao contrário de outros por aí, o objetivo de António Conde sempre foi apenas divulgar a sua querida terra natal, e nunca pretendeu usar as belas imagens de Loriga ou o trabalho de pesquisa histórica para fazer promoção pessoal, porque para este grande Loriguense os interesses e a imagem da sua terra estão mesmo em primeiro lugar.

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* Documentos - Nestas imagens anteriores pode ver-se a História de Loriga – Extratos da obra, História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município pelo historiador António Conde, publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga


* António Conde, Homenagem gratidão e reconhecimento de Loriga - António Conde – Loriga - Portugal - António Conde, Loriga, Portugal. PDF

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[Duas fotos icónicas do centro histórico da vila no inverno, fotos tiradas pelo historiador António Conde em finais da década de setenta do século XX e publicadas desde então. Estas fotos estão entre as muitas centenas publicadas por este grande Loriguense na internet e não só, incluíndo outras que estão publicadas neste site, fotos nas quais ele não colocou qualquer marca nem carimbo que o identifique como autor. Em muitas das fotos alguns colaram o brasão de Loriga, o que até é positivo, mas grave é que outros puseram abusivamente o seu carimbo e ou usaram outras formas de usurpar os créditos devidos a António Conde. Aliás, as fotos não são o único caso em que o trabalho de António Conde foi alvo dos ladrões de créditos, os quais se aproveitaram da opção de anonimato deste grande Loriguense. Ao contrário de outros por aí, o objetivo de António Conde sempre foi apenas divulgar a sua querida terra natal, e nunca pretendeu usar as belas imagens de Loriga ou o trabalho de pesquisa histórica para fazer promoção pessoal, porque para este grande Loriguense os interesses e a imagem da sua terra estão mesmo em primeiro lugar.]santa-maria-maior.jpg?w=7008605253_0bewe.jpeg?w=700
Imagem de Santa Maria Maior, padroeira de Loriga e dos loriguenses e por isso é o orago da Igreja Matriz e da paróquia desde o século XIII, a sede da ISSAL está junto da Igreja Matriz

Irmandade do Santíssimo Sacramento e das Almas de Loriga

Esta instituição, de carácter religioso, é histórica e as suas origens mais remotas encontram-se no século XIV, e desde finais do século XVI que tem o nome e os moldes actuais. Noutros tempos chegou a funcionar como se fosse a Santa Casa da Misericórdia de Loriga, embora nunca tivesse esse nome.

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Centro Loriguense de Belém do Pará

Esta foi a primeira associação loricense criada fora de Loriga,e foi também a primeira a ser criada no estrangeiro. Foi fundada em 4 de Julho de 1937 no seio da importante colónia loricense, que desde o século XIX existia em Belém, mas também em Manaos, havendo também loricenses noutras partes do Brasil desde o século XVII. Aliás foi a colónia de Manaos que construíu os monumentais fontanários que podem admirar-se na vila.

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Os três monumentais fontanários erigidos pela Colónia Loriguense de Manaus, Brasil. De sublinhar que a presença dos primeiros loriguenses no Brasil remonta ao século XVI, havendo portanto muitos brasileiros que descendem de naturais desta vila, no entanto atualmente poucos conhecem ou assumem essa ascendência.historia-concisa-de-loriga-pelo-historiador-antonio-conde-no-site-da-junta-de-freguesia-de-loriga-01.jpg?w=700heraldica-oficial-da-vila-de-loriga-desenhada-por-antonio-conde-e-aprovada-pela-comissao-de-heraldica-da-aap-1.png?w=700

Brasão de Loriga - Coat of arms

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Brasão de Loriga - Heráldica de Loriga - Loriga`s coat of arms - Heraldry of Loriga

Brasão oficial de Loriga - Escudo de azul, Loriga (Lorica, couraça, armadura) de vermelho ornada de prata tendo de cada lado uma roda hidráulica de negro em fundo de prada, em chefe e ao centro uma estrela de ouro, e em campanha monte de dois cômoros de prata carregado de uma gémina ondada de azul. Coroa mural de prata de quatro torres e listel de prata. A bandeira é esquartelada de azul e branco. Toda esta heráldica de Loriga ( nem toda é apresentada nestes videos VIDEO 1 , VIDEO 2 , VIDEO 3 ) foi desenhada pelo historiador António Conde e tem aprovação garantida pelas autoridades competentes desde o século passado. O logotipo de Loriga é o segundo, o primeiro logotipo também foi desenhado por António Conde e tem a mesma simbologia.

Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (Lorica, armor), two hydraulic wheels, a gold star, and a pile of two silver bunds laden with a blue-waved twin. Silver mural crown with four towers and silver listel. The flag is quartered in blue and white. All this Loriga‘s heraldry ( not all of it is shown in this videos VIDEO 1 , VIDEO 2 , VIDEO 3 ) was designed by the historian António Conde and has been approved by the competent authorities since the last century. Loriga’s logo is the second, the first logo was also designed by António Conde and has the same symbology.

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Bandeira da vila de Loriga - Flag

Bandeira: Esquartelada a azul e branco. Cordão e borlas de ouro. Haste e lança de ouro.

Selo: Redondo,contendo no seu interior os mesmos símbolos do brasão,e com a legenda:«Junta de Freguesia de Loriga»

Os loriguenses orgulham-se da história da sua terra, orgulham-se do nome bonito, antigo e histórico da sua terra, único em Portugal, orgulham-se por esta vila ser uma estrela na Serra da Estrela e orgulham-se das antigas origens da indústria em Loriga. Por isso o brasão desta vila tem uma Loriga, tem uma estrela de ouro e tem duas rodas hidraulicas. O plurimilenar nome desta vila significa couraça e deriva do latim Lorica, que tem exatamente o mesmo significado. Os loriguenses têm orgulho do nome da sua terra, e não apenas por ser bonito, antigo, histórico e único em Portugal, e também por isso a Loriga é a peça central e principal do brasão da vila. A vila de Loriga está próxima da Torre, o ponto mais alto no coração da serra na qual e da qual é uma estrela e os loriguenses orgulham-se disso, e também por esses motivos o brasão da vila tem uma estrela de ouro. Loriga é uma vila industrial desde o século XIX, a roda hidráulica era a origem da força motriz das antigas fábricas, e por isso o seu brasão tem duas rodas hidráulicas.
Resumo da simbologia: Como peça central a Lorica/Loriga, antiga couraça guerreira, origem do nome multimilenar, lembra as origens remotas da povoação e a história antiga da vila.
As duas rodas hidráulicas simbolizam a duas vezes centenária indústria loriguense, criada com o engenho das gentes de Loriga e que fizeram a vila destacar-se ainda mais na região. Eram as rodas hidráulicas que moviam as primitivas fábricas instaladas ao longo das duas ribeiras que banham a vila. Esses abundantes recursos hídricos foram também desde tempos mais remotos aproveitados para mover moínhos.
A estrela de ouro simboliza a Serra da Estrela e já existia no antigo brasão da povoação. Pode também simbolizar a vila como uma estrela dentro da Estrela, e o ponto de referência dos inúmeros emigrantes loricenses espalhados pelo mundo.
Os montes na base simbolizam os belos e verdejantes montes, por vezes cobertos de neve, que ladeiam o belíssimo Vale de Loriga e a sua espectacular Garganta de Loriga, uma alusão à bela e singular paisagem.

(Nota: Esta heráldica foi desenhada pelo historiador António Conde e tem a aprovação das autoridades legais competentes.)

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Heráldica histórica da vila de Loriga - Brasão de Loriga existente no século XIII

O antigo brasão da vila de Loriga era constituído por um escudo azul, contendo duas peças de ouro: Uma couraça e uma estrela de sete pontas. A couraça era uma referência à valentia da localidade e dos seus habitantes, traduzida no próprio nome, e a estrela com sete pontas era uma referência á Serra da Estrela e aos "sete cabeços" ( montes ) que rodeiam a vila.
Em tempos antigos dizia-se : "Loriga não precisa de muralhas porque ninguém consegue derrubar os sete cabeços".

Brasão histórico da vila de Loriga - Historical coat of arms

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A estrela de ouro de sete pontas é a que historicamente melhor representa esta bela e histórica vila, mas pode ser substituída pela comum estrela de cinco pontas, também de ouro, e isso foi feito no brasão de Loriga. Quem conhece a história e a identidade de Loriga sabe que muitas coisas justificam a existência de uma estrela no brasão da vila, porém a quem não conhece mas tem um QI minimamente aceitável basta dizer que Loriga está localizada no coração da Serra da Estrela na qual e da qual é uma estrela. Quem não tem um QI minimamente aceitável nem sabe o que é a heráldica nem qual é a função da heráldica, diz que o brasão de Loriga não precisa da estrela. Dizer que o brasão de Loriga não precisa de ter uma estrela é como dizer que o brasão de Portugal não precisa de ter a esfera armilar porque, como todos sabem que os portugueses são um povo de descobridores não é preciso colocá-la no brasão. Esta "lógica" sem sentido poderia ser aplicada a qualquer das outras peças que integram o brasão de Loriga, e a qualquer importante peça que integre qualquer outro brasão.
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Nesta foto de Loriga pode ver-se uma das antigas fábricas de lanifícios fundadas no século XIX e na qual ainda pode admirar-se a roda hidráulica, a origem de toda a força motriz. Esta, e apenas esta, é a roda que tem que estar no brasão de Loriga, e tem que ser esta porque esta simboliza as origens da indústria em Loriga no século XIX, assim como a história de uma atividade que fez esta vila destacar-se ainda mais na região. Portanto qualquer outro tipo de roda, ainda que ligado á indústria, tornaria o brasão de Loriga mais pobre e incompleto. Todas as fábricas de então tinham uma roda como esta e era a água das ribeiras que fazia mover estas rodas, movimento que era transmitido á diversa maquinaria então existente. O fundo de prata por detrás das duas rodas hidráulicas existentes no brasão simboliza as águas cristalinas de Loriga.
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Na imagem está a mais conhecida dos vários tipos de couraças usadas pelos soldados e legionários romanos, e que tinham o nome de Lorica. Do latim Lorica derivou Loriga que tem exatamente o mesmo significado, portanto esta vila tem nome de couraça, facto que envergonha alguns "loriguenses" que infelizmente nasceram nesta vila. Sublinha-se o facto de o nome latino Lorica só ter caído totalmente em desuso durante a primeira metade do século XIII, passando então a ser usada exclusivamente a derivação do latim, ou seja Loriga. A Loriga é considerada uma peça heráldica "falante", e fundamental no brasão desta vila porque "fala" do nome antigo, único em Portugal, das antigas origens da povoação, da história antiga e da identidade de Loriga. A riqueza histórica de Loriga é tão grande e única em Portugal que existem dezenas de peças á escolha para colocar no brasão distintivo desta vila, porém nem cruzes, nem carretos, nem espigas estão incluídos, e a couraça, a estrela e a roda hidráulica são três peças essenciais no brasão de Loriga. A origem do nome desta vila explica o uso do gentílico Loricense para designar os seus naturais.
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Imagem de Nossa Senhora da Guia, padroeira dos emigrantes de Loriga, exibindo a estrela, um dos símbolos maiores desta vila e que também por isso está no brasão de Loriga. A padroeira de Loriga e dos loriguenses é Santa Maria Maior, e por isso é o orago da igreja matriz e da paróquia desde o século XIII.heraldica-oficial-da-vila-de-loriga-desenhada-por-antonio-conde-e-aprovada-pela-comissao-de-heraldica-da-aap-1.png?w=700bandeira-alternativa-desenhada-por-antonio-conde-e-aprovada-pela-comissao-de-heraldica-da-aap-5.png?w=700bandeira-alternativa-desenhada-por-antonio-conde-e-aprovada-pela-comissao-de-heraldica-da-aap-4.png?w=700bandeira-alternativa-desenhada-por-antonio-conde-e-aprovada-pela-comissao-de-heraldica-da-aap-8.png?w=700
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[Algumas das principais propostas de brasão desenhadas por António Conde e aprovadas pelas autoridades competentes, existindo outras, incluíndo o brasão oficial que está em uso. O importante é a simbologia, independentemente das cores das peças e da sua arrumação no brasão.]
[Loriga's Coat of Arms - Blue shield, a Loriga (armor), two hydraulic wheels, a gold star; mound of two silver bunds laden with a twin waved in blue. Listel and silver mural crown.]
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* António Conde, Homenagem gratidão e reconhecimento de Loriga - António Conde – Loriga - Portugal - António Conde, Loriga, Portugal. PDF

* Loriga`s coat of arms - Heráldica oficial da vila de de Loriga - Brasão oficial da vila de Loriga - Ficheiro PDF

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A paróquia e a Igreja Matriz de Loriga

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[Imagem de Santa Maria Maior, padroeira de Loriga e dos loriguenses e que por isso é orago da Igreja Matriz e da paróquia desde o século XIII.]

Sabe-se que Loriga é uma povoação que tem mais de dois mil e seiscentos anos de existência no exato local onde existe o centro histórico da vila, uma colina entre ribeiras, defensável e perto de duas abundantes linhas de água. E a propósito do acesso à água, os habitantes desta plurimilenar povoação tinham ainda disponível uma nascente, hoje conhecida por Fonte do Vale, e que sabe-se foi também bastante valorizada mais tarde nas épocas romana e medieval. Sabe-se que nessa época a povoação estendia-se desde aproximadamente o local onde existe a convergência de três ruas, e a área onde hoje está o centro de dia da ALATI. A povoação era defendida por muros e paliçadas e sabe-se que a atual Rua de Viriato, no troço entre a antiga sede do GDL e a antiga Casa do Povo, coincide exatamente com uma parte dessa linha defensiva da povoação. O local onde hoje existem o adro e a igreja era o ponto central dessa povoação, e assim iria permanecer durante muitos séculos. É portanto completamente natural que com a cristianização da população e com a chegada dos Visigodos este local fosse eleito para construir o primeiro templo cristão da então Lorica.

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[Imagem de São Gens e aparência atual da antiga ermida visigótica de São Gens, como resultado da última reconstrução efetuada na data indicada na fachada. Infelizmente os visitantes são enganados pela aparência moderna e pela referida data porque nada no local informa sobre a antiguidade deste local de culto.]

Sabe-se que os Visigodos construiram pelo menos dois templos em Lorica, e digo pelo menos porque encontrei indícios, que não consegui confirmar da existência de mais uma ermida além daquela que construíram onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo e que era dedicada a S. Gens. A dada altura cheguei a pensar tratar-se da ermida de S. Bento, a tal que deu nome à area e à ribeira mas essa, embora confirmadamente já existisse no século XII não é anterior ao século X. Certo é que os visigodos construíram a ermida de S. Gens, e na época era mesmo uma ermida porque aquele local ficava fora da povoação então existente, e quanto à escolha daquele local não é de excluir a hipótese de ser um antigo local de culto pagão, dadas as suas caraterísticas. Dada a religiosidade dos loriguenses, é no mínimo estranho que uma devoção tão antiga a um santo tenha sido completamente abandonada, que tenham deixado cair em ruínas a sua ermida e depois a tenham recuperado mas com outro orago. Não consegui encontrar uma explicação, e como se isso não bastasse e para completar o “anátema” a que os loriguenses condenaram o santo, mudaram-lhe também o nome de São Gens para São Ginês, um santo que nunca existiu. Mas o pormenor da mudança de nome pode ser facilmente explicado pela passagem dos séculos, pelo isolamento e pela “adaptação linguística” que tende a inclinar-se para as formas mais fáceis, e Loriga também é conhecida pelas suas “singularidades linguísticas” e pelo uso massivo de alcunhas.

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[A igreja matriz de Loriga após o último restauro, vendo-se a porta com a pedra aproveitada do antigo templo visigótico onde foi gravada a data da construção. Até pela aparência das paredes notam-se os efeitos das várias reconstruções e alterações efetuadas ao longo dos séculos, incluindo a principal após o sismo de 1755, e as diferenças entre a alvenaria mais antiga e a mais recente.]

Também é certo que os visigodos construíram um templo dedicado a Nossa Senhora no exato local onde hoje existe a Igreja Matriz, tratando-se de uma pequena capela cujas dimensões não andariam longe das que tem a ermida de Nossa Senhora da Guia. Sabe-se também que na época visigótica Loriga tinha o estatuto de paróquia, que dependia do bispo de Egitânia ( atual Idanha a Velha ), e que a paróquia abrangia uma área aproximadamente equivalente ao antigo concelho loricense na sua fase maior, que foi atingida em meados do século XIX. Obviamente foi impossível saber com exatidão a área da paróquia na época visigótica mas fiquei surpreendido com a descoberta da mesma e com a existência de algumas localidades em redor de Loriga, que ainda existem e das quais apenas duas atingiram o estatuto de freguesias. Nestas andanças da pesquisa histórica há muito tempo que aprendi que até algumas aldeias mais pequenas que alguns consideram insignificantes podem de facto esconder uma história milenar. Em sentido contrário existem localidades que hoje têm alguma importância e cujos naturais se esforçam por inventar um longo passado que nunca existiu. Portanto, os tais “casais” referidos nos “pergaminhos”, cujos habitantes iam à igreja de Lorica ouvir missa, já têm uma longa história que nunca foi registada, e infelizmente uma dessas localidades foi recentemente e injustamente amputada do seu estatuto de freguesia. E digo igreja de Lorica porque o uso da atual versão do nome romano, ou seja Loriga, só se consolidou definitivamente na primeira metade do século XIII. No início da nacionalidade, a consolidação, a administração do território e a necessária fixação das populações implicava a atribuição de forais mas também a criação de condições para a prática do culto, e é por isso frequente ao longo da história a construção de igrejas por iniciativa real. E a esse propósito os reis mandavam construir igrejas em povoações que já eram sede de município ou em povoações que seriam elevadas a essa condição, tudo para ajudar a fixar as populações, e outras medidas eram tomadas nesse sentido, e por exemplo muitos castelos foram feitos também com esse objetivo. O pormenor a considerar é que o estatuto de município andava sempre a par com o estatuto de paróquia, portanto as localidades que tinham igrejas eram geralmente sedes de concelho, e seria certo se a igreja fosse mandada construir pelo rei. Sabe-se que a Igreja de Loriga foi mandada construir pelo rei D. Sancho II em cima da construção do já referido pequeno templo visigótico do qual foi aproveitada a pedra onde foi gravada a data da construção, o ano de 1233. Assim, essa pedra colocada por cima de uma das portas laterais virada para o adro, na igreja atual confirma a sua longa existência, correspondendo à data da decisão da construção. A decisão real nesse sentido deve-se principalmente ao facto de Loriga pertencer à Vigariaria do Padroado Real. A Igreja foi dedicada desde logo a Santa Maria Maior, um orago que se mantem, sendo um templo românico cuja traça e fachada principal fazia lembrar a Sé Velha de Coimbra, embora obviamente sem a monumentalidade desta.

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A igreja tinha três naves e as dimensões eram próximas das atuais, mas para além disso a atual igreja nada tem a ver com a antiga e o que vemos ali é fruto de várias reconstruções e alterações, sendo que as mais radicais foram consequência do sismo de 1755. Já muita gente se interrogou sobre o porquê das graves consequências do sismo de 1755 em Loriga, e por isso ficam aqui algumas explicações. Em primeiro lugar, Loriga está situada num local geologicamente sensível, num sítio de transição entre dois blocos rochosos diferentes, de um lado o granito e do outro o xisto, facto que é suficiente para provocar grande agitação em caso de sismo. Além disso, e para piorar a situação, a colina entre ribeiras não é muito sólida porque foi criada com depósitos arrastados pelo antigo glaciar que rasgou o Vale de Loriga, e por tudo isso é que as consequências do sismo foram tão graves na vila de Loriga. De sublinhar que os estragos não se limitaram à Igreja Matriz e o terramoto, além dos estragos provocados em muitas habitações, provocou o desabamento de uma das paredes da residência paroquial e abriu fendas no robusto edifício da Câmara Municipal, construído no século XIII, e cujas paredes do rés do chão onde funcionava a cadeia, tinham uma espessura de quase dois metros. Os loricenses tiveram que lidar com todos os estragos e não receberam qualquer ajuda externa, apesar de o próprio Marquês de Pombal ter sido informado da grave situação. Felizmente não houve, ou pelo menos não há registos de mortos nem feridos graves na vila. Após o sismo que provocou a ruína praticamente completa, a igreja foi reconstruída com estilo barroco, mas podem ser sublinhadas outras alterações, algumas das quais nada tiveram a ver com esta reconstrução. Por exemplo, foram acrescentadas duas capelas uma de cada lado da capela-mor, uma das quais foi depois transformada em capela-sacristia e finalmente em apenas sacristia, e ao lado desta foi acrescentada outra capela. A escadaria e a porta exteriores que dão acesso ao coro também não existiam e o acesso aos sinos era feito pelo interior da igreja, sendo que estas últimas alterações foram feitas como consequência do sismo.
Com o tempo foram feitas alterações e restauros por vezes de forma desastrosa por quem não tinha qualquer sensibilidade para a preservação do património e por isso a atual igreja, embora bela não é tão bonita nem é tão valiosa quanto seria sem essas más intervenções. No século seguinte ao do sismo, em Setembro de 1882, novamente se fez sentir no centro do país um tremor de terra e, por conseguinte também muito sentido em Loriga, o qual pareceu, em principio, não ter grande gravidade. Só que as consequências viriam mais tarde, quando todos pareciam já ter esquecido. Em Novembro seguinte, e quando era celebrada a missa, estalou a viga mestra da igreja tendo, de imediato, sido efetuada a desocupação do templo e retirando algumas imagens e outros artigos. Só no fim do dia aconteceu o desabamento quase completo da cobertura ficando apenas de pé a torre, a capela-mor e as paredes laterais. Dois anos depois foram terminados os trabalhos da reconstrução da igreja que, tal como acontecera após o sismo de 1755, foi feita pela população local, toda unida, e foi esta última reconstrução que chegou aos tempos atuais embora, conforme já foi referido, com alguns “restauros” que a empobreceram.

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[Fotos da antiga capela de Santo António e aparência final desta antiga ermida do século XIV, como resultado da última reconstrução efetuada, e pouco tempo antes da sua demolição no século XX.]

Ainda a propósito das antigas ermidas de Loriga, informo que a velhinha capela de Santo António foi construída no século XIV, foi várias vezes reconstruída e infelizmente foi demolida na década de setenta do século XX, fazendo parte da lista do património histórico destruído nesta vila. Foi uma ermida porque quando foi construída junto da antiga estrada romana, atual troço da Avenida Augusto Luís Mendes, ficava a centenas de metros da povoação então existente, tal como a antiga ermida visigótica de São Gens. A sua traça original era de estilo românico e possuía um alpendre à entrada, tendo servido de matriz de Loriga durante a reconstrução da igreja após o terramoto de 1755. Chama-se a atenção para o facto de que até á época medieval e inclusive, os altares principais ou capelas-mor dos templos eram sempre orientados na direção do oriente, e isso nota-se nos templos mais antigos de Loriga, como era o caso desta antiga ermida de Santo António, como é o caso da Igreja Matriz (século XIII), e da ainda mais antiga ermida visigótica de São Gens atualmente dedicada a Nossa Senhora do Carmo.

LORIGA@SITE2002

* História de Loriga, com extratos da obra do historiador António Conde "História concisa da vila de Loriga - Das origens à extinção do município", publicados no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e no ali citado site Terras de Portugal - Memória Portuguesa, na Wikipédia, o artigo foi criado pelo historiador António Conde, e em muitos outros sites e em muitas outras publicações.

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Imagem de Nossa Senhora da Guia, padroeira dos emigrantes de Loriga, exibindo a estrela, um dos símbolos maiores desta vila e que também por isso está no brasão de Loriga. A padroeira de Loriga e dos loriguenses é Santa Maria Maior, e por isso é o orago da igreja matriz e da paróquia desde o século XIII.imagem-de-fundo-dos-sites-loriga-01.png?w=700viriato_esboco-1.jpg?w=700

LORIGA - TERRA DE VIRIATO

VIRIATO

"…Sucedeu o pastor Viriato, natural de Lobriga, hoje a vila de Loriga, no
cimo na Serra da Estrela, Bispado de Coimbra; Ao qual, tendo quarenta anos de
idade, aclamaram Rei dos Lusitanos e casou em Évora com uma nobre
Senhora, no ano 147.
Prendeu em batalha, ao Pretor romano Caio Vetílio e lhe degolou 4000
soldados;A Caio Lucitor, daí a uns dias, matou 6000.
Ao capitão Caio Plaucio , matou Viriato mais de 4000 junto de
Toledo. Reforçou-se o dito capitão, e dando batalha junto de Évora, prendeu
4000 soldados.
No ano 146, o Pretor Cláudio Unimano lhe deu batalha e de todo foi
destruído por Viriato, que repartiu os despojos pelos soldados, pondo nos
montes mais altos da Lusitânia, os estendartes romanos…"

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(Página do livro manuscrito História da Lusitânia, do Bispo Mor do Reino, 1580, "traduzida" do português arcaico para o actual). Entre os diversos documentos que falam de Loriga como berço de Viriato, este é o mais curioso, havendo outros sendo que o mais antigo conhecido data de 1139. Chegou a haver um projeto de contrução de um monumento a Viriato em Loriga, uma ideia que infelizmente não se concretizou, mas a antiga e documentada tradição que liga Loriga a Viriato é recordada no nome da principal rua da área mais antiga do centro histórico da vila, e mais recentemente no evento Loriga Vila Lusitana, inspirado na obra e nas ideias de António Conde.)

-Algumas citações de alguns dos mais importantes antigos historiadores romanos:

-"Viriato,um lusitano de nascimento,sendo pastor desde criança nas
altas montanhasº, foi para todos os Romanos motivo do maior terror. A
princípio armando emboscadas, depois devastando províncias, por último
vencendo, pondo em fuga, subjugando exércitos de Pretores, e Cônsules romanos."

(Orósio(5.4.1)

-"Viriato,nascido e criado nas mais altas montanhasº da Lusitânia, onde
foi pastor desde criança, conseguiu reunir o apoio de todo o seu povo para
sacudir o jugo romano e fundar uma grande nação livre na Hispânia"

(Floro(1.33)

-"…Este Viriato era originário dos Lusitanos… Sendo pastor desde
criança, estava habituado a uma vida dura nas altas montanhasº… Famoso
entre as populações,foi por eles escolhido como chefe…

(Diodoro Sículo (33.1.1-4)….

ºHermínius,actual Serra da Estrela

-Todos os grandes historiadores, começando pelos romanos antigos, elogiam as
grandes qualidades de Viriato. Nelas se destacam, a inteligência, o
humanismo, a capacidade de liderança, e a sua grande visão de estratega
militar e político. A este grande homem, que liderou os
Lusitanos, antepassados dos portugueses, os romanos só conseguiram vencer
recorrendo à vergonhosa traição cobarde. Este homem,tal como outros que
ficaram na história, tinha origens humildes, provando-se na época,tal como
hoje,que as capacidades individuais não dependem do estrato social, nem das
habilitações académicas. Apesar das inúmeras lições da história em sentido
contrário, alguns pseudointelectuais e pseudohistoriadores "elitistas" e
preconceituosos continuam a achar que é improvável que alguém com origens
humildes se torne uma grande figura histórica, e então inventaram teorias
ridículas no sentido de atribuír "sangue azul" e origens "nobres" a Viriato.
Viriato, era apenas um pastor, habituado desde criança a percorrer as
montanhas dos Herminius (actual Serra da Estrela), onde nasceu, e que
conhecia como as palmas das suas mãos,inclusivé as povoações lusitanas da
serra. A Lobriga,sua terra-natal,um povoado fortificado situado
estratégicamente próximo do ponto mais alto da serra, os romanos puseram o
nome de Lorica (antiga couraça guerreira).

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VIRIATHUS WAS BORN IN LORIGA

In 147 b.C.,thousands of Lusitanian warriors found themselves surrounded
by the military forces of magistrate Caio Vetílio. At first this seemed
like just another Roman attempt to seize the Iberian Península in the on
going war in which the Roman Republic had led for years.But pursued by the
enemy, the Lusitanians elect one of their own and hand him absolute
power. Born in Lobriga, Lusitania, Lorica for the Romans, current Loriga in
Portugal, this man, who for seven will taunt the Romans, is called Viriathus.
Between 147 and 139, the year in which he was killed (murder by Romans,he
was assassinated while sleeping), Viriathus successively defeated Roman
armies, led a greater part of the iberian peoples into revolt and was
responsible for the beginning of the war of Numância.
After the murder, the Lusitanian guerrilla was continued to resist, "the
women boke arms with the men, who died wiht a will,not a man of them
showing his back,or uttering a cry. Of the women who were captured some
killed themselves, others slew their children also with their own
hands, considering death preferable to captivity".
Viriathus, is considered the first Lusian figure, and also national hero in
Portugal. It was born without a doubt in the Hermínius,current Serra da
Estrela, wehere he was shepherd since child,more precisely in
Lobriga, Lorica for the Romans,current Loriga,in Portugal.
Viriathus, was praised had to is great qualities human beings, and of great
strategist to military and diplomat, inclusively for the old Romans
historians. Viriathus, proved that at the time, such as today,the individual
capacities do not depend on the social estratum nor of the academical
qualifications. Viriathus,was only one shepherd, accustomed since child to
cover mountains of the heart of the Lusitania.
Rome,the superpower of the time, only obtained to arrange away it to
win,resort to the shameful and dishonourable treason coward!Curiously,it
was after an act of high treason of the part of the Romans, wich cost the
life the thousand of disarmed Lusitanians, that Viriathus was elect to
leader for is compatriots.
Viriathus, leader that it directed with effectiveness the resistence of the
Lusitanians, ancestors of the Portugueses, against a powerful invader, is
considered since its time an example to follow.
Viriathus,was a true military genious,politician and diplomat. But, moreover, he was the defender of a world asphyxiated by the great Roman dominion. The world in which he very roots of Portugal are implanted.
Viriathus, is a real portuguese national hero.

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All great historians, beginning with the ancient Romans, praise the
great qualities of Viriato. In them they stand out, the intelligence, the humanism, the capacity of leadership, and its great vision of military strategist and politician. To this great man, who led the Lusitanians, the ancestors of the Portugueses, the Romans only managed to win by shameful, cowardly betrayal. This man, like others who have gone down in history, had humble beginnings, proving at the time, as it is today, that individual capacities do not depend on the social stratum nor on academic qualifications. Despite the countless lessons of history in the opposite direction, some pseudo-intellectuals and pseudo-historians “elitist” and prejudiced continue to think that someone with humble origins is unlikely to become a great historical figure, and then invented ridiculous theories to attribute “blue blood” and “noble” origins to Viriathus.
Viriathus, was only a shepherd, an occupation he accumulated with that of a warrior, like many other Lusitanians, who had been accustomed since he was a child to travel through the mountains of the Herminios (present Serra da Estrela), where he was born, and which he knew as the palms of his hands, the lusitanian settlements of the mountain range. The Lobriga, probably their homeland, a fortified settlement strategically located near the highest point of the mountain range, the Romans named Lorica (warrior armor they wore).

( By the historian António Conde )

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HOMENAGEM

Homenagem a António Conde - Gratidão e reconhecimento de Loriga e dos loriguenses.

O Sr. Conde, de uma forma discreta, já que a promoção pessoal nunca foi o seu objectivo, tem dedicado grande parte do seu tempo ao estudo e investigação da história, à defesa do património e do desenvolvimento, e à divulgação da vila de Loriga. Uma pequena parte do resultado do seu estudo sobre a história da vila de Loriga foi já publicada no jornal Garganta de Loriga e em outra imprensa local, regional, nacional e internacional. Essa pequena parte da sua pesquisa está disponível em inúmeros sites e outras publicações sobre Loriga ( com ou sem referências ao seu nome ), de diversos autores, e é conhecida dos loriguenses. Estão também disponíveis, nos mais diversos sites ( a Wikipédia] é um deles ) e outras publicações, extractos de alguns dos seus artigos publicados ( com ou sem referências ao seu nome ).
A propósito de Wikipédia, o Sr. Conde é o autor dos artigos sobre Loriga, em português e em inglês, existentes naquela “enciclopédia”, artigos entretanto vandalizados com o apoio dos autarcas “loriguenses” para, principalmente e entre outras coisas, introduzirem uma ilegal aberração heráldica usada formalmente como brasão pela autarquia, que nunca foi, não é nem jamais poderá ser o brasão de Loriga, e tentarem apagar o rasto do autor dos artigos por ele se opor a essa ilegalidade. Entretanto, quando o historiador António Conde foi retirado das fontes do artigo, os vândalos foram desafiados e há muito tempo a provarem a origem dos dados históricos presentes no artigo, e que hipocritamente não apagaram, e de forma hilariante e contraditória dizem que não são credíveis e que não foi o historiador António Conde que os pesquisou. Mas, apesar de não os acharem credíveis não os apagaram, foi um qualquer editor “fantasma” que os pesquisou e colocou no artigo, e óbviamente nunca provaram a origem dos dados nem podem fazê-lo porque foi o historiador António Conde, autor do artigo, quem os pesquisou e colocou, ao contrário do que é dito pelos vândalos e por quem eles promovem de forma ilegítima, incluíndo o ladrão de créditos sem caráter, conhecido por Fariseu Alemão, cúmplice na vergonhosa questão da heráldica que tem arrasado a imagem de Loriga, e que por isso passaram a incluir nas fontes do artigo. Artigo que passou a estar constantemente e cobardemente bloqueado porque, sem surpresa, os vândalos têm medo da verdade. Se os dados são credíveis e não foi o historiador António Conde que os pesquisou quem fez a pesquisa coloque as fontes no artigo, e já agora retirem das fontes quem não tem nada a ver com o artigo, e se os dados não são credíveis apaguem-nos. Os extratos da obra do historiador António Conde que ele colocou nos artigos que criou na Wikipédia, e outros, estão disponíveis em muitos outros sites incluíndo este, no site Terras de Portugal, no site oficial da Junta de Freguesia de Loriga e até no site erradamente atribuído ao referido Fariseu Alemão que sem surpresa não indicou o autor. São também conhecidas, e tendo em vista exclusivamente os objectivos referidos, as suas sempre assumidas iniciativas, nos poderes públicos, entidades oficiais, imprensa regional e nacional, e estações de televisão portuguesas e estrangeiras. É um loriguense sempre atento a tudo que se passa na sua terra-natal, à qual o prendem fortes raízes. O seu trabalho tem sido de grande importância para a resolução dos principais problemas da vila de Loriga, para o conhecimento da sua história, e para a sua divulgação, dentro e fora de Portugal. O seu trabalho foi, e tem sido fundamental, para tirar Loriga da sombra em que esteve mergulhada, dando-a a conhecer a Portugal e a todo o mundo. A propósito dos principais problemas da vila, destaca-se, por exemplo, a sua decisiva intervenção em casos ( alguns infelizmente ainda não concluídos ) tais como: Conclusão da EN 338 ( conhecida localmente por Estrada de S.Bento ), construção do novo edifício da Escola C+S de Loriga, reparação da EN 231, construção do quartel dos Bombeiros Voluntários de Loriga, classificação do património histórico, ordenamento dos símbolos heráldicos da vila, etc. O Sr. Conde não se tem preocupado apenas com a vila, mas também com a Região de Loriga, ou seja, com as outras seis freguesias cujas àreas pertenciam ao antigo Município de Loriga. É uma região com uma identidade própria, a preservar e desenvolver, e que ele tem defendido e divulgado como tal. Aliás, o Sr. Conde é um homem de grande cultura, com um QI acima da média (superior a 147), e com grandes e diversificadas capacidades, e como tal o trabalho pela sua terra-natal e pela sua região, é apenas uma parte dos seus interesses e actividades. Há mais de trinta anos que o Sr. António Conde tem feito uma pesquisa minuciosa sobre a história antiga da vila de Loriga, percorrendo arquivos e recolhendo dados e documentos preciosos que compilou numa obra a que chamou História Concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município. No entanto a sua pesquisa tem continuado, acumulando mais dados e documentos sobre a história da vila de Loriga.

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EXTRACTOS DE ALGUNS DOS TESTEMUNHOS MAIS SIGNIFICATIVOS:

"Já todos nos habituámos à regular colaboração do nosso conterrâneo António Conde. São homens como ele que alimentam a curiosidade e o interesse sobre as problemáticas locais e sobre a imprensa regional… …Este loriguense é um homem preocupado com a terra que o viu nascer, à qual o prendem fortes raízes. No entanto, pela sensibilidade com que escreve, pelos apelos que faz à unidade loriguense, António Conde tem revelado, ao longo dos anos que vem mantendo colaboração no jornal, um pensamento coerente e linear. Concorde-se ou não com o acentuado sentido crítico que empresta aos seus artigos, nomeadamente na sua crónica “Quo vádis Lorica”, o facto é que António Conde não se limita a falar dos problemas, mas aponta soluções. Por isso, a redacção do “GL” considera-o um loriguense de causas. …Digam lá se o exemplo de António Conde não é de seguir. Este loriguense, para além de reclamar junto dos poderes públicos para a resolução dos problemas de Loriga, não guarda para si a informação recebida, antes a envia ao “GL”, para que todos a conheçam. Preto no branco, com cópias dos ofícios e tudo. Assim é que é! Obrigado António Conde, pela consideração que tem pelo “GL”, pela ANALOR, e por Loriga.”

( In jornal Garganta de Loriga (GL), Maio de 2002 )

“Dizer Bem – Promover Loriga

Há coisas e situações que, no dia-a-dia, merecem que as olhemos de forma positiva. António Conde, homem de grande cultura, homem de grandes convicções e princípios, e muito ligado às chamadas “novas tecnologias”, é o principal responsável pela divulgação de Loriga e da sua história, e um dos principais responsáveis pela resolução dos principais problemas da vila. O Sr. Conde é hoje muito diferente do homem que deixou a sua querida terra-natal há vinte anos, e mesmo quando residia na sua vila de Loriga, já era muito mais do que muitos dos seus conterrâneos pensavam ou ainda pensam dele! Embora alguns seus conterrâneos tenham dificuldade em aceitar, por incredulidade inveja ou má-fé, a realidade é que Loriga deve muito a este seu filho que, ao contrário de outros por aí que fizeram muito menos, ou não fizeram nada pela sua terra, não procura publicidade nem notoriedade. Por exemplo, não existe nenhum site assinado com o seu nome, mas a maioria dos sites a nível nacional e internacional que falam de Loriga e da sua história ( e já são muitos ) fazem-no graças à pesquisa e à divulgação do Sr. Conde. Sem a acção do Sr.Conde, a vila de Loriga não seria o que é, não seria tão conhecida, e a sua verdadeira história e do seu património ainda estariam na penumbra. Ninguém conseguiu mais para a sua terra-natal que o Sr. Conde, especialmente nos últimos 17 ou 18 anos!”

( In blog Dizer Bem, artigo escrito por: Jorge Andrade em 20 de Julho de 2006. 10:49 PM )

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“Loriga a concelho

Loriga, vila e sede de concelho desde o século XII, pagou caro pelo apoio dado aos “absolutistas” contra os “liberais”. Numa época em que a consciência democrática era inexistente, havia retaliações para quem tinha ideias diferentes das de quem detinha o poder. Em tais circunstâncias, há sempre quem queira beneficiar do mal alheio e, para tal, ajude a provocar a precipitação dos acontecimentos. O concelho de Loriga foi extinto pela vingança politica e pelos interesses expansionistas de quem beneficiou com o facto. Uma completa injustiça! Passados cento e quarenta e dois anos, a vila e a Região de Loriga, continuam “a cumprir a pena à qual foram condenadas”, como se estivessem a pagar juros. De vez em quando, como acontece actualmente, a ”pena” é aliviada e surge algum progresso mas, a história diz-nos que esta é uma situação rara. A realidade local confirma-o. O concelho de Loriga, incluia mais de trinta povoações, entre freguesias e suas anexas, e algumas estão agora a quarenta quilómetros da actual sede de municipio. A vila de Loriga está a vinte quilómetros. Se o concelho de Loriga não for restaurado a curto prazo, daqui a poucas décadas a região estará repleta de aldeias fantasmas, e a vila de Loriga estará pouco melhor. Fala-se muito no caso de Vizela mas, o caso de Loriga é mais grave, embora não seja tão mediatizado, e é de resolução mais urgente. Não se fala de um Movimento para a Restauração do Concelho de Loriga, nos jornais, nas rádios nem nas televisões mas, em nome de toda a lógica administrativa, democrática e politica, o problema tem que ser resolvido. Só assim a região de Loriga terá futuro.

António Conde”

( In jornal Correio da Manhã, de 28 de Agosto de 1997 )

[ Nota: A "reforma administrativa" de 2013, das freguesias, foi feita exatamente com os mesmos erros da que foi efetuada no século XIX, apesar de ter sido feita no século XXI. Ficou demonstrado que os politicos e a sua forma de atuar ( tão caricaturados por grandes escritores do século XIX ) não mudou nos últimos duzentos anos. Apesar dos discursos hipócritas e demagógicos em sentido contrário, os politicos dos sucessivos governos continuam empenhados em acelerar a desertificação do interior de Portugal e estão a conseguí-lo de uma forma eficaz. ]

“Loriga a concelho

Já tinha lido há algum tempo no Correio da Manhã, este artigo de António Conde, nosso conterrâneo e colaborador deste jornal, acerca da extinção do concelho de Loriga, causas e consequências. O texto, que eu, com a devida vénia, transcrevo para “este espaço”, está à vossa disposição na internet, na “Home Page” da vila de Loriga, e em http://www.terravista.pt/Meco/1087. E foi daí que o tirei. Como adenda, aproveito para juntar alguns números, resultantes das últimas eleicões autárquicas, para assim se compreender melhor o artigo.

Assim:

O concelho de Seia, com uma àrea de 448km2, é o 6º maior do Distrito da Guarda ( que tem 14 ). Com 29 freguesias e uma população de 29990 habitantes e 26683 eleitores. É o mais populoso, logo a seguir à Guarda! Em termos de comparação, temos Sabugal com 40 freguesias e dezenas de anexas, numa àrea de 827 km2 para 16320 habitantes. O concelho de Manteigas é o mais pequeno do Distrito da Guarda, com uma àrea de 112 km2, 3 freguesias e 3758 eleitores. Agrupando as localidades desde o rio Alva, excluíndo Lapa e Vila Cova, até às Pedras Lavradas,temos: Valezim, Sazes, Sandomil, Cabeça, Alvoco, Teixeira, e Vide. A estas freguesias há ainda a acrescentar as anexas, que só Vide tem 28! Este conjunto de freguesias que formariam o concelho de Loriga, somam entre si um número de eleitores superior a 6500, o que nos colocaria à frente de 78 municípios com uma população e número de eleitores mais pequena que a nossa! Como disse, ficam aqui dados concretos para a discussão, agora que se fala tanto em novos concelhos, descentralização e regionalização… Vamos a isso!?”

( In jornal Garganta de Loriga, em Junho de 1998 )

Um grande Loriguense

A divulgação de Loriga e da sua história, que ele pesquisou como ninguém, tem estado sempre na agenda do senhor António Conde. O senhor António Conde desenvolveu e tem desenvolvido um enorme e meritório trabalho no sentido do desenvolvimento e divulgação da sua terra, incluíndo a concretização das grandes obras realizadas em Loriga. Esse trabalho está fortemente documentado, sendo que uma pequena parte dessa extensa documentação ( cópias ) foi enviada á ANALOR, tendo sido alvo de grandes elogios públicos no jornal Garganta de Loriga, numa época em que o senhor António Conde era colaborador do referido jornal.

O senhor António Conde desenvolveu e tem desenvolvido um enorme e meritório trabalho no sentido do desenvolvimento e divulgação da sua terra, incluíndo a concretização das grandes obras realizadas em Loriga. Foi o senhor António Conde que tornou conhecido e famoso o “barracão de madeira sede dos BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE LORIGA", e que chegou a ser alvo de anedotas pelos Parodiantes de Lisboa. A estratégia do senhor Conde era ridicularizar a inação das entidades competentes, começando pela Câmara Municipal de Seia, e resultou com a transferência da sede dos bombeiros para o edificio destinado ao mercado da vila. Mas a luta do senhor António Conde continuou e só terminou quando foi concretizado o seu objetivo, a construção de um quartel. Além do quartel dos Bombeiros de Loriga, o senhor António Conde envolveu-se também decisivamente nos casos da Estrada de São Bento ( EN 338 ), da nova Escola C+S ( EB3 Reis Leitão ), da reparação da EN 231, na regularização e legalização da heráldica da vila, etc, etc. Esse trabalho está fortemente documentado, sendo que uma pequena parte dessa extensa documentação (  cópias ) foi enviada á ANALOR, tendo sido alvo de grandes elogios públicos no jornal Garganta de Loriga, numa época em que o senhor António Conde era colaborador do referido jornal.

[ Nota à parte: Se o senhor Conde fosse um loriguense insignificante e ou sem carácter, faria o mesmo que outros que nada de relevante fazem ou fizeram, além de se auto-promoverem por aí à custa de Loriga, e que estão num patamar muito inferior ao dele: Preocupava-se apenas com os seus interesses pessoais e com a sua imagem, não se chateava com nada, adoptava a atitude de lambe-botas, de camaleão, de catavento, de não agitação das àguas, no fundo marimbava-se para os problemas da sua terra. Se ele fosse assim, hipócrita e sem caráter, estaria numa posição mais confortável, não teria sido vítima de insultos, de calúnias e até de ameaças, inclusive à integridade física, e seria uma estrela nas feiras de vaidades de Loriga e dos loriguenses. No final do texto sobre a história de Loriga publicado no site da autarquia loriguense estaria escrito “por António Conde” em vez de “por Memória Portuguesa” ! Claro que Loriga não teria conseguido coisas relevantes, não seria tão conhecida, e a vila e os loriguenses seriam um alvo ainda maior de chacota por causa da heráldica e dos dois anedóticos e vergonhosos brasões escolhidos pelo Zeca Maria e acólitos em 2002 e em 2018 ( CLIQUE AQUI PARA VER ESSA VERGONHA!!! ), mas o Sr. António Conde teria tido a vantagem de não se ter chateado, que é aliás a atitude da esmagadora maioria dos seus conterrâneos. Mas ele é muito superior a isso e seria incapaz de ficar quieto, em suma é um grande Loriguense a quem a sua terra muito deve!!! ]

[ Nota: Entre 1989 e 2015, Loriga perdeu mais de metade da população, e está mais do que na hora de pedir contas áqueles que, por estupidez e ou conveniência ( politica e não só ), criticaram os alertas e as coerentes sugestões de António Conde.]

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[Duas fotos icónicas do centro histórico da vila no inverno, fotos tiradas pelo historiador António Conde em finais da década de setenta do século XX e publicadas desde então. Estas fotos estão entre as muitas centenas publicadas por este grande Loriguense na internet e não só, incluíndo outras que estão publicadas neste site, fotos nas quais ele não colocou qualquer marca nem carimbo que o identifique como autor. Em muitas das fotos alguns colaram o brasão de Loriga, o que até é positivo, mas grave é que outros puseram abusivamente o seu carimbo e ou usaram outras formas de usurpar os créditos devidos a António Conde. Aliás, as fotos não são o único caso em que o trabalho de António Conde foi alvo dos ladrões de créditos, os quais se aproveitaram da opção de anonimato deste grande Loriguense. Ao contrário de outros por aí, o objetivo de António Conde sempre foi apenas divulgar a sua querida terra natal, e nunca pretendeu usar as belas imagens de Loriga ou o trabalho de pesquisa histórica para fazer promoção pessoal, porque para este grande Loriguense os interesses e a imagem da sua terra estão mesmo em primeiro lugar.]bandeira-dos-bombeiros-voluntarios-de-loriga-01.png?w=700bvl_facebook-01.png?w=700historia-concisa-de-loriga-por-antonio-conde-no-site-da-junta-de-freguesia-de-loriga-01.jpg?w=700historia-concisa-de-loriga-por-antonio-conde-no-site-da-junta-de-freguesia-de-loriga-1.png?w=700bandeira-de-loriga-e-bandeira-de-portugal-6.png?w=700bandeira-de-loriga-e-bandeira-de-portugal-2.png?w=700bandeira-de-loriga-e-bandeira-de-portugal-1.png?w=700loriga-centro-historico-da-vila_72_m.jpg?w=700socalcos_loriga.jpg.jpg?w=700
[ Pormenores do centro histórico da vila, na colina entre as ribeiras de Loriga e de São Bento, onde a povoação foi fundada há mais de 2600 anos. Estas fotos ajudam a explicar a óbvia e única escolha deste local para fundar a povoação que, até á conquista romana, esteve fortificada com muros e paliçadas. Os motivos da escolha do local são óbvios até para quem tem conhecimentos rudimentares. Dada a antiguidade da povoação e da presença humana neste vale, foi, é e será normal a descoberta de vestigios arqueológicos em vários locais, até porque tal como hoje existe intervenção humana á volta da vila, o mesmo acontecia á volta da povoação no tempo dos lusitanos e dos romanos. Teorias estúpidas, tais como a do nascimento e ou passagem de Loriga por outros locais, tais como o chamado Chão do Soito (apontando para uma "Loriga provisória" e insultando os fundadores da povoação), não têm portanto qualquer cabimento e são demonstrativas da ignorância de quem as defende. - Loriga recebeu forais em 1136 (João Rânia, senhor das Terras de Lorica / Loriga), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). O gentílico Loriguense é igual ao ao gentílico Loricense e ambos servem para designar os naturais da vila de Loriga, mas os BURROS acham insultuoso o gentílico Loricense e tudo o que lembre o nome da vila e as origens do nome, e também por isso não gostam de ver a couraça no brasão. Mais alguma da “lógica” dos burros, pseudohistoriadores tais como o Doutor de Albarda e outros pseudoloriguenses que há décadas prejudicam a imagem desta bela e histórica vila: A história, a etimologia e a filologia dizem-nos que Loriga é nome de couraça e que deriva do latim Lorica, mas os BURROS de Loriga dizem que é mentira e que é uma vergonha que não deve ser recordada no brasão. Segundo eles os fundadores de Loriga eram atrasados mentais e por isso fundaram a povoação no Chão do Soito, um local onde jamais poderia florecer com sucesso qualquer povoação, e mais tarde um deles mais inteligente que os demais terá exclamado: – Estamos a ser burros, vamos mudar-nos para ali que é melhor! Mudaram-se para a colina entre ribeiras (onde de facto a povoação foi originalmente fundada) e assim acabou a “Loriga provisória” no Chão do Soito, mas não acabou a sua entrada no mundo das anedotas. Outras povoações próximas de Loriga e também antigas, receberam forais nos primeiros dois séculos da nacionalidade, Valezim e Sandomil, por exemplo, receberam forais no século XIII, mas no imponente vale glaciar de Loriga só havia calhaus, e apenas no século XVI (1514) habitava aqui gente em número suficiente para justificar a atribuição de um foral, que os burros pseudohistoriadores acham ser o único. O santo padroeiro de qualquer localidade é sempre o orago da igreja matriz e da paróquia, no caso de Loriga é Santa Maria Maior desde o século XIII, mas os burros acham que em Loriga as devoções, os padroeiros e as invocações são apenas uma questão de modas, e que nesta vila existe o hábito de desprezar, esquecer e trocar padroeiros, devoções e invocações. Numa localidade normal os naturais têm orgulho do nome e da história da sua terra, mas Loriga é diferente e os burros desta vila têm vergonha da história e do nome da sua terra, acham vergonhoso que esta vila tenha nome de couraça e de haver uma Loriga no brasão da vila, também por isso em 2002 quiseram trocar a Loriga por uma cruz (tentando fazer crer que os católicos loriguenses também têm vergonha do nome da vila tal como eles), e em 2018 quiseram simplesmente eliminá-la do brasão. Para cúmulo os burros de Loriga não se limitam a terem vergonha da história e do nome desta vila, também passaram a ter vergonha por Loriga estar situada no coração da Serra da Estrela onde é uma estrela, e por isso em 2018 também quiseram eliminar a estrela de ouro do brasão da vila. Aliás tentaram inutilmente impor uma ilegal aberração heráldica, incrivelmente e impunemente usada formalmente pela autarquia como se fosse o brasão legal e oficial de Loriga, e maltratam quem se opôe a essa vergonha (inclusive com insultos e calúnias na internet). etc , etc. ]
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* História do Brasão de Loriga no blog Tiago da Cruz

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O gentílico Loriguense é igual ao ao gentílico Loricense e ambos servem para designar os naturais da vila de Loriga, mas os BURROS acham insultuoso o gentílico Loricense e tudo o que recorde o nome da vila e as origens desse nome, e também por isso não gostam de ver a couraça no brasão. Mais alguma da “lógica” dos burros, pseudohistoriadores tais como o Doutor de Albarda e outros pseudoloriguenses que há décadas prejudicam a imagem desta bela e histórica vila: A história, a etimologia e a filologia dizem-nos que Loriga é nome de couraça e que deriva do latim Lorica, mas os BURROS de Loriga dizem que é mentira e que é uma vergonha que não deve ser recordada no brasão. Segundo eles os fundadores de Loriga eram atrasados mentais e por isso fundaram a povoação no Chão do Soito, um local onde jamais poderia florecer com sucesso qualquer povoação, e mais tarde um deles mais inteligente que os demais terá exclamado: – Estamos a ser burros, vamos mudar-nos para ali que é melhor! Mudaram-se para a colina entre ribeiras (onde de facto a povoação foi originalmente fundada) e assim acabou a “Loriga provisória” no Chão do Soito, mas não acabou a sua entrada no mundo das anedotas. Outras povoações próximas de Loriga e também antigas, receberam forais nos primeiros dois séculos da nacionalidade, Valezim e Sandomil, por exemplo, receberam forais no século XIII, mas no imponente vale glaciar de Loriga só havia calhaus, e apenas no século XVI (1514) habitava aqui gente em número suficiente para justificar a atribuição de um foral, que os burros pseudohistoriadores acham ser o único. O santo padroeiro de qualquer localidade é sempre o orago da igreja matriz e da paróquia, no caso de Loriga é Santa Maria Maior desde o século XIII, mas os burros acham que em Loriga as devoções, os padroeiros e as invocações são apenas uma questão de modas, e que nesta vila existe o hábito de desprezar, esquecer e trocar padroeiros, devoções e invocações. Numa localidade normal os naturais têm orgulho do nome e da história da sua terra, mas Loriga é diferente e os burros desta vila têm vergonha da história e do nome da sua terra, acham vergonhoso que esta vila tenha nome de couraça e de haver uma Loriga no brasão da vila, também por isso em 2002 quiseram trocar a Loriga por uma cruz (tentando fazer crer que os católicos loriguenses também têm vergonha do nome da vila tal como eles), e em 2018 quiseram simplesmente eliminá-la do brasão. Para cúmulo os burros de Loriga não se limitam a terem vergonha da história e do nome desta vila, também passaram a ter vergonha por Loriga estar situada no coração da Serra da Estrela onde é uma estrela, e por isso em 2018 também quiseram eliminar a estrela de ouro do brasão da vila. Aliás tentaram inutilmente impor uma ilegal aberração heráldica, incrivelmente e impunemente usada formalmente pela autarquia como se fosse o brasão legal e oficial de Loriga, e maltratam quem se opôe a essa vergonha (inclusive com insultos e calúnias na internet). etc.

[Loriga recebeu forais em 1136 (João Rânia, senhor das Terras de Lorica / Loriga), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Alguma da “lógica” dos BURROS, pseudohistoriadores tais como o Doutor de Albarda e outros pseudoloriguenses que há décadas prejudicam a imagem desta bela e histórica vila: A história, a etimologia e a filologia dizem que Loriga é nome de couraça e que a palavra deriva do latim Lorica que tem o mesmo significado, mas os BURROS de Loriga dizem que é mentira e que é uma vergonha que não deve ser recordada no brasão. Precisamente por Loriga derivar do latim Lorica é que os naturais desta bela e histórica vila podem ser tratados por loricenses, mas como os BURROS de Loriga têm vergonha do nome da sua terra e das suas origens dizem que o gentílico loricense é um insulto, equivalente a alguém chamá-los “filhos da puta” ou algo pior. Segundo eles os fundadores de Loriga eram anedóticos atrasados mentais e por isso fundaram a povoação no Chão do Soito, um local onde jamais poderia florecer com sucesso qualquer povoação, e mais tarde um deles mais inteligente que os demais terá exclamado: – Estamos a ser burros, vamos mudar-nos para ali que é melhor! Mudaram-se para a colina entre ribeiras (onde de facto a povoação foi originalmente fundada) e assim acabou a “Loriga provisória” no Chão do Soito, mas graças aos BURROS não acabou a sua entrada no mundo das anedotas. Outras povoações próximas de Loriga e também antigas, receberam forais nos primeiros dois séculos da nacionalidade, Valezim e Sandomil, por exemplo, receberam forais no século XIII, mas os BURROS acham que no imponente vale glaciar de Loriga só havia calhaus, e apenas no século XVI (1514) habitava aqui gente em número suficiente para justificar a atribuição de um foral, que os BURROS pseudohistoriadores afirmam ser o único. O santo padroeiro de qualquer localidade é sempre o orago da igreja matriz e da paróquia, no caso de Loriga é Santa Maria Maior desde o século XIII, mas os BURROS acham que em Loriga as devoções, os padroeiros e as invocações são apenas uma questão de modas, e que nesta vila existe a tradição de desprezar, esquecer e trocar padroeiros, devoções e invocações. Numa localidade normal os naturais têm orgulho do nome e da história da sua terra, mas segundo os BURROS Loriga é diferente e os BURROS desta vila têm vergonha da história e do nome da sua terra, acham vergonhoso que esta vila tenha nome de couraça e de haver uma Loriga no brasão da vila, também por isso em 2002 quiseram trocar a Loriga por uma cruz, para condicionar o pároco local e para fazer crer que os católicos loriguenses também têm vergonha do nome da vila tal como eles, uma forma farisaica de instrumentalizar para fins políticos e pessoais a fé dos naturais desta bela e histórica vila, confirma a extrema falta de caráter dos responsáveis por esta vergonha, e em 2018 também quiseram eliminar a Loriga do brasão. Para cúmulo os BURROS de Loriga não se limitam a terem vergonha da história e do nome desta vila, também têm vergonha por Loriga estar situada no coração da Serra da Estrela onde é uma estrela, uma das localidades mais antigas, uma das mais importantes e uma das mais belas da serra, e onde está situada a única estância de esqui existente em Portugal, e por isso em 2018 também quiseram eliminar a estrela de ouro do brasão da vila. Aliás, há décadas que tentam inutilmente, teimosamente e criminosamente impor uma ilegal aberração heráldica, que incrivelmente e impunemente usam formalmente como se fosse o brasão legal e oficial de Loriga, e há décadas que maltratam quem se opôe a essa vergonha, inclusive com insultos e calúnias na internet. etc , etc.]

[Em 2019 foram hasteadas as bandeiras na Praia Fluvial de Loriga, incluíndo a bandeira com o vergonhoso brasão do Zeca Maria e do Doutor de Albarda ( Quem lhe pôs a merecida alcunha que lha tire, qualquer loriguense com alguns neurónios que goste da sua terra teria vergonha se, tendo um "canudo" e tanta cagança, tivesse feito aquelas vergonhas!! É só sabedoria fingida, deve ter andado a passear os livros, e está visto que sabe pouco ou nada sobre a história de Loriga e não gosta muito da sua terra, por isso acha que qualquer merda serve para Loriga! Em Loriga as alcunhas são tradicionais e vão do carinhoso ao depreciativo, e a alcunha de Doutor de Albarda é uma das formas de os loriguenses demonstrarem a sua desaprovação! ). Os brasões de Vale da Cruz (2002) e do Doutor de Albarda (2018), inventados pelos mesmos pseudoloriguenses, são lixo porque envergonham Loriga e os Loriguenses!! Foi fantástico apreciar pessoalmente o "exuberante" desconforto exibido pelo Zeca Maria ( Que aliás se vê neste video! ) com a reação negativa da esmagadora maioria dos loriguenses presentes perante o vergonhoso brasão que ele e o Doutor da Albarda arranjaram!! Reação negativa dos loriguenses que aliás também se notou de manhã junto da sede da Junta de Freguesia de Loriga. Aliás, o desconforto também se notou no Doutor de Albarda, ouviram-se muitos comentários e o mais simpático foi: Falta ali qualquer coisa!!!!! Mais uma vez graças ao Zeca Maria, temos mais uma vergonha com esta vergonhosa história da heráldica que ele criou e teima em manter, mais dinheiro desperdiçado pela Junta pela segunda vez, e os futuros autarcas vão mexer no assunto para mais uma vez corrigirem a porcaria feita porque, além de não serem dignos de Loriga, os loriguenses não se identificam com nenhum dos dois brasões do Zeca Maria e do Doutor de Albarda! Ao contrário do que dizem e escrevem os mentirosos responsáveis por esta vergonha, os loriguenses não são obrigados a habituarem-se a um brasão que detestam, com o qual não se identificam, e que não honra Loriga, portanto a alteração pode ser feita e vai ser feita pela Junta!!!! No entanto é triste constatar que poucos loriguenses têm a coragem de contestar abertamente e de dizerem diretamente o que pensam, preferem criticar por detrás e têm medo do Zeca Maria e dos seus capangas e lacaios os quais têm maltratado, incluíndo com insultos e calúnias na internet, quem se opôe á vergonhosa questão da heráldica, aos vergonhosos brasões do Zeca Maria e do Doutor de Albarda, e a tudo o que prejudique a imagem de Loriga, como é o caso do LORIGUENSE e historiador António Conde, que desenhou melhores alternativas com aprovação garantida pelas autoridades competentes!!! Para o Zeca Maria e os seus capangas e lacaios (alguns dos quais fingem não ser como é o caso do Fariseu Alemão Adelino, mas só enganam os burros), Loriga é o Zeca Maria, a Assembleia de Freguesia é o Zeca Maria, a Junta de Freguesia é o Zeca Maria, e quem não concorda com o Zeca Maria é inimigo de Loriga, é odiado pelos loriguenses, não é bem-vindo na vila, e existe um controle cerrado através de manobras de intimidação e de condicionamento fáceis de realizar no meio pequeno e deprimido de Loriga. Os referidos dois brasões vergonhosos do Zeca Maria e do Doutor de Albarda (de 2002 e de 2018) não são nem jamais serão os brasões de Loriga nem dos loriguenses, porque envergonham esta vila e são detestados pelos loriguenses, portanto são lixo. Perante a reação negativa dos loriguenses, e como são mentirosos, os pseudoloriguenses responsáveis por esta vergonha responsabilizaram a Comissão de Heráldica da AAP pela merda que fizeram! Os pseudoloriguenses são os únicos responsáveis por arrasarem a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses com a vergonhosa questão da heráldica, com os dois vergonhosos brasões do Zeca Maria e do Doutor de Albarda, e com a inútil, criminosa e teimosa imposição da ilegal ilustração impunemente usada há décadas como se fosse a heráldica oficial desta vila. Têm feito uma guerra suja, maltratando quem defende a imagem de Loriga e a imagem dos loriguenses e apresentou soluções, colocam as motivações mesquinhas pessoais acima dos interesses e da imagem de Loriga, o resultado é a porcaria que está á vista! O que nasce torto tarde ou nunca se endireita, esta gente já revelou incompetência e ignorância extremas, e como não gostam da sua terra, e desprezam a importância da heráldica, acham que qualquer merda serve para brasão de Loriga, portanto jamais farão parte das soluções porque sempre fizeram parte dos problemas.]

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